Leads para advogados Auxílio-Doença
Leads de auxílio-doença, com o caso já triado.
Perícia cortou e a pessoa continua sem conseguir trabalhar: esse é o volume dessa tese. A conversa confirma a incapacidade de hoje, a situação de contribuição e o que já aconteceu no INSS antes de qualquer entrega.
Motorista de carteira assinada, afastado por hérnia de disco desde 2025. Recebeu o benefício por oito meses e foi cortado na perícia em abril de 2026, mas diz que continua sem conseguir dirigir nem carregar peso, com o afastamento mantido pelo médico dele.
O corte de perícia é uma fábrica de casos.
Benefício cessado com incapacidade que continua, pedido negado sem explicação, gente que nunca pediu porque não sabia como. É volume constante, o ano inteiro.
A pessoa estava recebendo, passou pela perícia, recebeu alta e continua sem conseguir trabalhar. O médico dela mantém o afastamento, o INSS diz que ela está apta, e ela não sabe que essa diferença é exatamente o que se discute. Some a isso quem teve o pedido negado de cara e quem nunca pediu porque não entende o caminho, e o resultado é um público grande que só aparece quando alguém pergunta do jeito certo.
O problema desse tráfego é o outro lado dele: quem quer se afastar sem quadro que impeça o trabalho, quem já voltou à ativa, quem nunca contribuiu. É o tipo de conversa que consome uma tarde do seu time se chegar crua, e alguns minutos de robô se chegar triada.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, pra não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
O que impede a pessoa de trabalhar agora, contado por ela. Sem afastamento real, não é caso.
Trabalhando, contribuindo ou dentro do período de proteção na época do afastamento.
Nunca pediu, pedido negado ou benefício cortado na perícia. Cada caminho muda a conversa da sua ligação.
Cai no seu painel com a história e o contato.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
São os padrões que a triagem separa antes de qualquer entrega.
Incapacidade que passou não sustenta o pedido. E quando sobrou sequela definitiva, o caso muda de porta: vira auxílio-acidente, tese que a gente também roda, e a conversa separa as duas.
Cansaço, vontade de sair do emprego, conflito com o chefe. Sem um quadro que impeça o trabalho e uma história que o sustente, não há entrega.
Sem qualidade de segurado não há benefício por incapacidade. A conversa pergunta a situação de contribuição na época antes de mandar qualquer caso.
A proteção do INSS tem prazo depois que a contribuição para. Quem adoeceu muito depois de sair do sistema pode ter perdido a qualidade, e a conversa levanta as datas pra sua análise.
Aposentadoria ou outro benefício ativo muda o desfecho do pedido. É a pergunta que formulário nenhum faz e que decide o caso.
Quem quer processar o empregador pelo adoecimento está falando de outra área. A conversa identifica e não mistura o trabalhista no seu painel previdenciário.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Recebia, teve alta na perícia e continua sem conseguir trabalhar, com acompanhamento médico. É o coração do volume da tese.
Quadro superado não sustenta pedido. Se ficou sequela definitiva, o caso é de auxílio-acidente e segue pela porta certa.
Pedido negado pelo INSS, ou quem nunca deu entrada, desde que a incapacidade de hoje exista e a situação de contribuição sustente.
Quem nunca contribuiu, ou parou há tempo demais, não tem por onde. A conversa levanta as datas e encerra com respeito quando não há caminho.
Recorte de regiões, aceitar ou não pedido ainda em análise no INSS e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, alinhados antes de apontar a conversa pro seu escritório. E quando a história revela sequela consolidada em vez de afastamento atual, o caso muda de tese em vez de ser perdido: auxílio-doença e auxílio-acidente rodam lado a lado.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Antônio trabalhava de carteira assinada como motorista quando foi afastado por uma hérnia de disco, em 2025. Recebeu o benefício por cerca de oito meses e foi cortado na perícia em abril de 2026, mas afirma que continua sem conseguir dirigir nem carregar peso, e que o médico dele mantém o afastamento. Diz ter os laudos e o resultado da perícia em mãos. Está sem receber desde o corte e não voltou a trabalhar.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Documento citado aparece como citado, não como conferido. A checagem de CNIS, laudos e nexo continua sendo trabalho de advogado, e é justamente por isso que o resumo te entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de auxílio-doença.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Vocês mandam quem só quer "encostar"?
Não. Sem uma incapacidade atual declarada e uma história que a sustente, não há entrega. Vontade de se afastar sem quadro que impeça o trabalho é uma das desqualificações mais comuns da tese, feita antes de virar ligação.
Corte de perícia entra?
Entra, e é parte relevante do volume: benefício cessado com incapacidade que continua e acompanhamento médico mantido. O resumo traz o histórico do benefício do jeito que a pessoa contou, com as datas que ela declarou.
Qual a diferença pro auxílio-acidente?
Afastado agora, sem conseguir trabalhar, é conversa de auxílio-doença. Voltou a trabalhar mas ficou com sequela definitiva é conversa de auxílio-acidente. A gente roda as duas teses e separa na própria conversa, então o caso que muda de porta não se perde.
Autônomo entra?
Quem contribui como autônomo pode entrar; quem nunca contribuiu não tem por onde. A conversa pergunta a situação de contribuição na época do afastamento e entrega as datas pra sua análise, sem fazer o enquadramento por conta própria.
Quanto custa o lead de auxílio-doença?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área a gente passa na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
Dá pra ajustar o recorte pro meu escritório?
Parte dele sim. O que a lei exige não se negocia, mas região atendida, aceitar pedido em análise e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo. A gente alinha isso antes de apontar a conversa pro seu escritório.
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Essa é uma das teses previdenciárias que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas.