Leads para advogados Auxílio-Doença
Leads de auxílio-doença, com o caso já triado.
Auxílio-doença é o benefício do segurado que fica incapaz para o trabalho ou a atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos (Lei 8.213/1991, art. 59). Quando a perícia corta e a pessoa segue sem conseguir trabalhar, a conversa confirma a incapacidade de hoje, a contribuição e o histórico no INSS antes de qualquer entrega.
Para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Motorista de carteira assinada, afastado por hérnia de disco desde 2025. Recebeu o benefício por oito meses e foi cortado na perícia em abril de 2026, mas diz que continua sem conseguir dirigir nem carregar peso, com o afastamento mantido pelo médico dele.
O corte de perícia é uma fábrica de casos.
Benefício cessado com incapacidade que continua, pedido negado sem explicação, gente que nunca pediu porque não sabia como. É volume constante, o ano inteiro.
A pessoa estava recebendo, passou pela perícia, recebeu alta e continua sem conseguir trabalhar. O médico dela mantém o afastamento, o INSS diz que ela está apta, e ela não sabe que essa diferença é exatamente o que se discute. Some a isso quem teve o pedido negado de cara e quem nunca pediu porque não entende o caminho, e o resultado é um público grande que só aparece quando alguém pergunta do jeito certo.
O problema desse tráfego é o outro lado dele: quem quer se afastar sem quadro que impeça o trabalho, quem já voltou à ativa, quem nunca contribuiu. É o tipo de conversa que consome uma tarde do seu time se chegar crua, e alguns minutos de robô se chegar triada.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, pra não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
O que impede a pessoa de trabalhar agora, contado por ela. Sem afastamento real, não é caso.
Trabalhando, contribuindo ou dentro do período de proteção na época do afastamento.
Nunca pediu, pedido negado ou benefício cortado na perícia. Cada caminho muda a conversa da sua ligação.
Cai no seu painel com a história e o contato.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
São os padrões que a triagem separa antes de qualquer entrega.
Incapacidade que passou não sustenta o pedido. E quando sobrou sequela definitiva, o caso muda de porta: vira auxílio-acidente, tese que a gente também roda, e a conversa separa as duas.
Cansaço, vontade de sair do emprego, conflito com o chefe. Sem um quadro que impeça o trabalho e uma história que o sustente, não há entrega.
Sem qualidade de segurado não há benefício por incapacidade. A conversa pergunta a situação de contribuição na época antes de mandar qualquer caso.
A proteção do INSS tem prazo depois que a contribuição para. Quem adoeceu muito depois de sair do sistema pode ter perdido a qualidade, e a conversa levanta as datas pra sua análise.
Aposentadoria ou outro benefício ativo muda o desfecho do pedido. É a pergunta que formulário nenhum faz e que decide o caso.
Quem quer processar o empregador pelo adoecimento está falando de outra área. A conversa identifica e não mistura o trabalhista no seu painel previdenciário.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Recebia, teve alta na perícia e continua sem conseguir trabalhar, com acompanhamento médico. É o coração do volume da tese.
Quadro superado não sustenta pedido. Se ficou sequela definitiva, o caso é de auxílio-acidente e segue pela porta certa.
Pedido negado pelo INSS, ou quem nunca deu entrada, desde que a incapacidade de hoje exista e a situação de contribuição sustente.
Quem nunca contribuiu, ou parou há tempo demais, não tem por onde. A conversa levanta as datas e encerra com respeito quando não há caminho.
Recorte de regiões, aceitar ou não pedido ainda em análise no INSS e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, alinhados antes de apontar a conversa pro seu escritório. E quando a história revela sequela consolidada em vez de afastamento atual, o caso muda de tese em vez de ser perdido: auxílio-doença e auxílio-acidente rodam lado a lado.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Antônio trabalhava de carteira assinada como motorista quando foi afastado por uma hérnia de disco, em 2025. Recebeu o benefício por cerca de oito meses e foi cortado na perícia em abril de 2026, mas afirma que continua sem conseguir dirigir nem carregar peso, e que o médico dele mantém o afastamento. Diz ter os laudos e o resultado da perícia em mãos. Está sem receber desde o corte e não voltou a trabalhar.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Documento citado aparece como citado, não como conferido. A checagem de CNIS, laudos e nexo continua sendo trabalho de advogado, e é justamente por isso que o resumo te entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de auxílio-doença.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Vocês mandam quem só quer "encostar"?
Não. Sem uma incapacidade atual declarada e uma história que a sustente, não há entrega. Vontade de se afastar sem quadro que impeça o trabalho é uma das desqualificações mais comuns da tese, feita antes de virar ligação.
Corte de perícia entra?
Entra, e é parte relevante do volume: benefício cessado com incapacidade que continua e acompanhamento médico mantido. O resumo traz o histórico do benefício do jeito que a pessoa contou, com as datas que ela declarou.
Qual a diferença para o auxílio-acidente?
Afastado agora, sem conseguir trabalhar, é conversa de auxílio-doença. Voltou a trabalhar mas ficou com sequela definitiva é conversa de auxílio-acidente. A AllService roda as duas teses e separa na própria conversa, então o caso que muda de porta não se perde.
Autônomo entra?
Quem contribui como autônomo pode entrar; quem nunca contribuiu não tem por onde. A conversa pergunta a situação de contribuição na época do afastamento e entrega as datas para a sua análise, sem fazer o enquadramento por conta própria.
Auxílio-doença exige carência?
Em regra, 12 contribuições mensais (Lei 8.213/1991, art. 25, I). Acidente de qualquer natureza, doença profissional ou do trabalho e as doenças graves da lista oficial dispensam a carência (art. 26, II).
Quando o auxílio-doença começa a ser pago?
Para o empregado, a partir do 16º dia de afastamento, porque os 15 primeiros dias cabem à empresa; para os demais segurados, desde o início da incapacidade, enquanto ela durar (Lei 8.213/1991, art. 60, caput e § 3º).
Quanto custa o lead de auxílio-doença?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área sai na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
É possível ajustar o recorte para o meu escritório?
Parte dele sim. O que a lei exige não se negocia, mas região atendida, aceitar pedido em análise e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo. A AllService alinha isso antes de apontar a conversa para o seu escritório.
Como funciona o preço?
O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar. Como ele é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se o auxílio-doença é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Conversa para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Essa é uma das teses previdenciárias que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda os três caminhos de captação no previdenciário. Veja também: Tema 1.360 do STJ e Tema 1.157 do STJ. Se a competência paga abaixo do mínimo conta para a qualidade de segurado, a questão com repercussão geral está em Tema 1.467 do STF. Veja também quantos pedidos o INSS negou em 2026. O valor médio do auxílio por incapacidade temporária concedido em julho de 2026, R$ 2.088,15, está em qual o valor médio de cada benefício do INSS. Os acidentes de trabalho registrados por ano e por estado estão em quantos acidentes de trabalho o Brasil registra por ano.