Leads para advogados Empréstimo Indevido
Leads de empréstimo indevido, com o caso já triado.
Empréstimo indevido é o consignado descontado do benefício do INSS sem autorização do titular, que a lei exige para esse desconto (Lei 10.820/2003, art. 6º). A conversa só entrega quem recebe benefício, viu o desconto e não fez o empréstimo, ou fez e o dinheiro nunca caiu.
Para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Pensionista do INSS. O valor do benefício caiu e, no aplicativo Meu INSS, apareceu um empréstimo de um banco que ela não conhece, com parcela de cento e oitenta reais. Afirma que nunca contratou nem autorizou, e que o dinheiro nunca apareceu em conta nenhuma.
Todo aposentado com celular vê esse anúncio.
O volume dessa tese não é o problema. O problema é que metade de quem responde à palavra "empréstimo" quer contratar um, e a outra metade é o caso.
Consignado descontando no benefício de quem nunca assinou nada é um dos abusos mais comuns do país, e a vítima típica é exatamente quem menos sabe se defender: descobre pelo valor que caiu menor, não sabe mexer no aplicativo e não sabe que dá pra reclamar. Quando ela responde a um anúncio, responde contando a história inteira de uma vez, do jeito dela.
Só que a mesma palavra que traz a vítima traz quem quer pegar, simular ou renovar empréstimo, quem reconhece a dívida e só quer juro menor, e quem recebeu ligação de oferta e nada mais. Sem triagem, esse tráfego inteiro vira ligação do seu time. Com triagem, vira meia dúzia de mensagens antes de qualquer caso chegar em você.
Fontes: Lei 10.820/2003, art. 6º; Código de Defesa do Consumidor, arts. 14 e 42.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que separa mais rápido, pra não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Aposentadoria ou pensão do INSS. Desconto em salário de quem trabalha segue outro caminho.
No extrato, no Meu INSS, no aplicativo do banco, ou o valor que caiu menor. Oferta e ligação não bastam.
Não contratou o empréstimo, ou contratou e o dinheiro nunca caiu em conta nenhuma.
Cai no seu painel com banco, parcela e o que a pessoa já fez.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
Cada um desses já derrubou lead que passaria batido em qualquer formulário. Todos são tratados na conversa.
O mesmo anúncio atrai os dois públicos. Quem quer contratar, simular ou renovar é descartado na hora, em qualquer ponto da conversa, antes de virar ligação perdida.
Oferta não é desconto. Sem a pessoa ter visto o desconto no extrato, no Meu INSS ou no valor que caiu menor, não há caso a entregar, e a conversa pergunta exatamente onde ela viu.
Contratou, recebeu o dinheiro e quer renegociar parcela ou quitar. É relação de consumo legítima, não fraude, e segue outro caminho.
Pediu empréstimo e veio cartão com reserva de margem, a fatura que nunca acaba. É tese própria, com outro desenho, e este fluxo separa o caso antes de entregar errado.
Desconto de associação ou sindicato sem empréstimo nenhum é outra discussão. A conversa identifica e não mistura as teses no seu painel.
CLT, servidor e conta de quem trabalha não entram por aqui. A conversa confirma que a pessoa recebe aposentadoria ou pensão do INSS antes de qualquer outra coisa.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Apareceu descontando no benefício, ela não reconhece, "fizeram no meu nome". É o caminho principal da tese, com banco e parcela cravados no resumo.
Intenção de pegar crédito não é caso. É descartada em qualquer ponto da conversa, sem gastar o tempo do seu time.
Assinou ou autorizou, o desconto começou e o valor nunca caiu em nenhuma conta. A tese vai nomeada assim no resumo, separada da fraude pura.
Recebeu o dinheiro e quer renegociar, quitar ou reclamar da parcela. Relação de consumo legítima segue outro caminho.
Banco, valor da parcela, desde quando desconta e o que a agência respondeu não viram colunas: viajam no resumo, do jeito que a pessoa contou. E a conversa nunca pede print nem manda ninguém sair do WhatsApp pra conferir: pergunta o que a pessoa já viu e, quando ela diz "vou olhar", espera ela voltar.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Empréstimo não contratado. Marlene é pensionista do INSS. Em maio de 2026 percebeu que o valor do benefício caiu e, no aplicativo Meu INSS, encontrou um empréstimo de um banco que não conhece, descontando parcela de cento e oitenta reais. Afirma que nunca contratou nem autorizou. Foi à agência, o banco confirmou que o contrato está no nome dela e disse que ia verificar. O dinheiro do empréstimo nunca apareceu em nenhuma conta que ela usa.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. O resumo abre pela tese, porque é por ela que o seu time triageia, e a conferência de contrato, extrato e responsabilidade do banco continua sendo trabalho de advogado. É por isso que ele entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de empréstimo indevido.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Como vocês separam a vítima de quem quer pegar empréstimo?
Com pergunta explícita, logo no início. Quem demonstra intenção de contratar, simular ou renovar é descartado na hora, em qualquer ponto da conversa. É a desqualificação mais comum da tese e a mais barata de fazer antes da sua ligação.
Vocês pedem print do extrato?
Nunca. A conversa pergunta onde a pessoa viu o desconto e trata "vou olhar" como pausa, não como resposta: espera a pessoa voltar em vez de desqualificar. Print e documento são assunto da sua ligação, não da triagem.
Cartão consignado com reserva de margem entra?
Não por este fluxo. É tese própria, com desenho próprio, e a conversa identifica o padrão da "fatura que nunca acaba" para não misturar as duas coisas no seu painel. Prazo, validade e consequência desse contrato são as perguntas do Tema 1.414 do STJ, afetado e ainda sem julgamento.
Quem só recebeu oferta por telefone entra?
Não. Sem desconto constatado no benefício, seja no extrato, no Meu INSS ou no valor que caiu menor, não há entrega. Oferta e ligação sozinhas não sustentam caso.
Empréstimo consignado não contratado é devolvido em dobro?
A regra do Código de Defesa do Consumidor é a devolução em dobro do que foi cobrado indevidamente, com correção monetária e juros legais, salvo engano justificável (CDC, art. 42, parágrafo único). Quanto volta e desde quando é análise do escritório, caso a caso.
O banco responde por empréstimo feito por fraude?
O CDC faz o fornecedor de serviços responder pelos danos causados por defeito na prestação do serviço, independentemente de culpa (art. 14). É a regra que se discute quando o contrato foi feito por terceiro, e a prova do caso concreto fica com o escritório.
Quanto custa o lead de empréstimo indevido?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área sai na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
É possível ajustar o recorte para o meu escritório?
Parte dele sim. Região atendida e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, alinhados antes de apontar a conversa para o seu escritório.
Como funciona o preço?
O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar. Como ele é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se o empréstimo indevido é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Conversa para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Essa é uma das teses de consumidor que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda a captação no previdenciário, de onde vem o mesmo público. A comparação dos caminhos de captação da área, tese a tese, está em captação bancária e do consumidor. O que o STJ fixou sobre a devolução em dobro do desconto indevido está em Tema 929 do STJ, e o que o juiz pode exigir da procuração assinada a distância, em procuração com assinatura eletrônica. Se o desconto indevido no benefício gera dano moral presumido é a pergunta do Tema 1.435 do STJ, afetado e ainda sem julgamento. Quando as dívidas de consumo já comprometem o mínimo existencial, a tese é a de superendividamento.