Leads para advogadosAposentadoria Especial
Leads de aposentadoria especial, com o caso já triado.
Aposentadoria especial é a do segurado que trabalhou em condições que prejudicam a saúde ou a integridade física por 15, 20 ou 25 anos (Lei 8.213/1991, art. 57). Trinta e cinco anos de carteira não são trinta e cinco anos de exposição, e a conversa separa os dois antes de qualquer entrega.
Para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Trabalhou em frigorífico na sala de corte, no frio e no barulho das serras, desde 1994, cerca de 32 anos, todos com carteira assinada em três vínculos. Continua na mesma função. Diz ter as carteiras em mãos e nunca deu entrada no pedido.
O trabalhador não sabe que o ambiente dele conta.
Quem passou a vida no barulho, no calor, no frio ou no produto químico raramente associa isso a se aposentar mais cedo. Associa a cansaço.
Metalúrgica, frigorífico, hospital, posto de combustível, marcenaria, mineração, lavanderia industrial, gráfica. São ambientes em que a exposição é rotina e ninguém chama pelo nome técnico. A pessoa diz que trabalhava no barulho das máquinas, não que estava exposta a agente nocivo, e é exatamente por isso que ela nunca procurou advogado.
Isso cria um público grande, com vínculo formal e documentação existente, que só precisa ser perguntado do jeito certo. O problema é que a mesma pergunta mal feita traz uma enxurrada de quem trabalhou dois anos numa função e trinta em outra, e é aí que a triagem começa a custar dinheiro.
A espécie mais judicializada do INSS. Quase nenhuma sai no balcão.
Na aposentadoria especial, a concessão administrativa é exceção, e o caso que chega ao escritório é, quase sempre, um processo.
Entre as 13 espécies principais do Regime Geral, nenhuma depende tanto da Justiça. No auxílio-acidente previdenciário, a parte judicial foi de 74,0% no mesmo período; na aposentadoria por idade, de 13,9%. Na especial, o que se discute em juízo é a prova da exposição: PPP, laudo técnico e o tempo registrado em cada ambiente.
É por isso que a triagem confirma a exposição e o tempo com carteira antes de entregar o caso. O grau de judicialização de cada benefício está em qual benefício do INSS mais sai na Justiça.
Fontes: Boletim Estatístico da Previdência Social, quadro 12 (concessões por origem da decisão), edições de janeiro a julho de 2026; Lei 8.213/1991, arts. 57 e 58; Emenda Constitucional 103/2019, arts. 19 e 21; Supremo Tribunal Federal, ADI 6.309, julgada em 3 de junho de 2026.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem começa pelo que derruba mais rápido. Ambiente sem exposição encerra a conversa antes de gastar pergunta com tempo e vínculo.
Em que trabalhou e como era o lugar, na linguagem dele.
Barulho, calor, frio, químico, biológico. Reconhecido pela descrição, não pelo termo técnico.
Os dois números juntos, porque separados eles enganam.
Cai no seu painel com os vínculos e a conta cravada.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
Todos saíram da operação. Cada um deles já apareceu como caso aparentemente perfeito que morreria na primeira ligação.
Trinta e cinco anos de carteira e quatro anos na função insalubre são coisas distintas. O que conta é o menor dos dois, e o resumo entrega os dois separados pra você conferir na hora.
Tempo de lavoura, trabalho fora do país sem vínculo brasileiro e período sem contribuição não entram na conta dessa tese. A conversa acolhe e não soma.
Uma expressão é ano de início e vira duração calculada. A outra é idade de início e não vale nada sozinha. Confundir as duas gera qualificação falsa e desqualificação injusta.
Concursado e militar caem em outro regime. Se o seu escritório não atende RPPS, a conversa filtra antes; se atende, é parâmetro que a gente liga.
Quem já se aposentou e quer revisar o benefício é outra conversa comercial. O fluxo entrega concessão, e revisão só entra se você pedir.
Boa parte desse público manda áudio e a transcrição erra palavra. O roteiro lê pelo som e pelo contexto, e quando a leitura decide algo, o resumo avisa que decidiu.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Barulho de máquina, calor de forno, frio de câmara, produto químico, contato com paciente. A pessoa descreve o dia a dia e o roteiro reconhece o agente.
Somando os vínculos, o tempo exposto com carteira não fecha o que a tese pede. O tempo total de carteira maior entra no resumo como contexto, nunca na conta.
Três empresas diferentes no mesmo tipo de ambiente somam normalmente, e o resumo lista os vínculos citados um a um.
Trabalhou exposto, mas por fora. Sem carteira e sem contribuição no período, a conta não fecha e o caso não é entregue.
O tempo exigido muda conforme o agente, e o roteiro aplica o degrau certo pelo próprio reconhecimento, sem pergunta extra. Casos de degrau diferenciado saem com sinalização no resumo, pra você conferir a frente de produção antes de peticionar.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Osmar trabalhou em frigorífico na sala de corte, exposto ao frio das câmaras e ao barulho das serras, desde 1994, cerca de 32 anos, todos com carteira assinada em três vínculos, sendo o último ainda em vigor na mesma função. Diz ter as carteiras de trabalho em mãos e nunca deu entrada no pedido. Tem 58 anos.
Repare que o resumo crava o número declarado e a conta que sustenta ele, sem nunca citar o corte interno usado no filtro. Isso é deliberado: o lead não sabe qual é a régua, e o resumo entrega fato, não método.
Sobre leads de aposentadoria especial.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Como vocês sabem se houve exposição de verdade?
A AllService não sabe, e não é isso que o filtro faz. O roteiro reconhece a descrição do ambiente pela linguagem do trabalhador e confirma que ele afirma ter trabalhado ali com carteira, pelo tempo que a tese exige. O enquadramento técnico, o PPP e o laudo continuam sendo trabalho seu.
E se a pessoa exagerar o tempo?
Existe uma conta de teto no roteiro. Quando a idade aparece na conversa, o tempo máximo possível de atividade é calculado e comparado com o declarado. Quem estoura de forma clara não é entregue, e quem fica na margem sai com a conta explícita no resumo para você conferir.
Vocês entregam caso de revisão?
Por padrão não. O fluxo entrega concessão, de quem ainda não se aposentou. Revisão de benefício já concedido é outro tipo de caso e outra conversa comercial, e a AllService só liga se o seu escritório trabalha com isso.
O lead chega sabendo o que é aposentadoria especial?
Chega sabendo o suficiente. A abertura explica em uma frase que existe direito de se aposentar mais cedo por trabalho exposto, sem prometer resultado nem citar valor. O resto ele descobre com você.
Como se comprova a atividade especial?
Por formulário emitido pela empresa com base em laudo técnico das condições ambientais do trabalho, assinado por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, e pelo perfil profissiográfico que a empresa deve manter e entregar na rescisão (Lei 8.213/1991, art. 58, §§ 1º e 4º). A triagem não pede esses documentos: eles ficam com o escritório.
Aposentadoria especial tem idade mínima depois da reforma?
Não mais. Em 3 de junho de 2026, no julgamento da ADI 6.309, o STF declarou inconstitucionais, por 6 votos a 5, as idades de 55, 58 e 60 anos do art. 19, § 1º, I, da EC 103/2019. A transição por pontos do art. 21, para quem já era filiado antes da reforma, não caiu. O alcance sobre pedidos já protocolados e eventual modulação de efeitos se conferem no acórdão.
Quanto custa o lead de aposentadoria especial?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área sai na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
É possível restringir por região?
É, e é recomendado. A campanha é segmentada por região e o fluxo só entrega o que estiver dentro do combinado com o seu escritório.
Como funciona o preço?
O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar. Como ele é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.
Em maio de 2026 o INSS concedeu 1.036 aposentadorias especiais e 9 saíram pela via administrativa. Três edições do Boletim Estatístico lidas, com o grau de judicialização publicado pelo próprio ministério.
Ler o estudo de mercadoAnalisamos 397 conversas de aposentadoria especial sob um único roteiro. Quase oito em cada dez desqualificações são de gente que trabalhou exposta de verdade. Metodologia aberta e limitações declaradas.
Ler o estudoPPP novo, LTCAT e perícia de atividade especial estão citados na tese: quando só aparecem em juízo, a data de início do benefício vai para a citação. A tese por extenso, a conta por faixa de valor e o que muda no protocolo.
Ler o precedenteTrinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se aposentadoria especial é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Conversa para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.
Essa é uma das teses que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda os três caminhos de captação no previdenciário e o PPP na Justiça do Trabalho. Veja também qual benefício do INSS mais sai na Justiça. O valor médio da aposentadoria especial concedida em julho de 2026, R$ 5.294,36, está em qual o valor médio da aposentadoria do INSS em 2026. A incidência de acidentes e doenças do trabalho por estado está em quantos acidentes de trabalho o Brasil registra por ano. O EPI eficaz no PPP e o tempo especial de quem trabalha em hospital estão em Tema 383 da TNU: EPI eficaz no PPP, tempo especial e hospital. O vigilante, depois do Tema 1.209 do STF, está em Tema 1.209 do STF: vigilante e aposentadoria especial. A penosidade do motorista e do cobrador depois de 1995, no Tema 1.307 do STJ, tem página própria.