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Leads para advogados Auxílio-Acidente

Leads de auxílio-acidente, com o caso já triado.

Auxílio-acidente é a indenização mensal que o INSS paga ao segurado com sequela de acidente que reduz a capacidade para o trabalho habitual (Lei 8.213/1991, art. 86). O que decide é a categoria de segurado na data do acidente, que a conversa confirma antes da entrega. Na AllService AI, esse critério causou 146 das 206 desqualificações de julho de 2026.

Para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.

Revisado em 20 de outubro de 2026.

Fluxo já rodando Operação completa
Qualificado há 6 minutos
C
Célio R.
Auxílio-Acidente
Resumo do caso

Acidente de moto em março de 2025. Ficou com o joelho travado, não agacha e não sobe escada sem apoio. Estava desempregado na data, tendo saído do último emprego registrado cerca de oito meses antes. Fez fisioterapia e diz ter os relatórios em casa.

Sequela atual Categoria na época Sem bloqueador
O tamanho da tese

Quase cem mil concessões em 2025. Mais da metade fora do trabalho.

O auxílio-acidente não depende de o acidente ter sido no trabalho, e é nessa porta que mora o volume que a maioria dos escritórios não captura.

99.235auxílios-acidente concedidos em 2025, alta de 30,5% sobre 2024
52.441vieram da porta previdenciária (B36), de trânsito e outros acidentes fora do trabalho, alta de 50,8%
8,3 milcasos novos concedidos por mês, em média, no país
4,9%dos acidentes de trabalho de 2024 viraram auxílio-acidente: 41.238 de 834.048

Acidente de moto voltando do mercado, queda em casa, corte na roça, lesão jogando bola: qualquer natureza entra. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, entra pela mesma porta. E como o benefício é indenizatório, ele não impede a pessoa de continuar trabalhando, o que derruba a objeção mais comum de quem acha que não tem direito porque nunca parou de trabalhar.

A distância entre os 834 mil acidentes de trabalho e as 41 mil concessões da porta acidentária não é toda mercado: boa parte dos acidentes não deixa sequela, e parte dos acidentados não era segurada. Mas as concessões subiram 30,5% em um ano. E o INSS indeferiu em média 668,6 mil pedidos por mês de janeiro a maio de 2026, somando todos os benefícios. Negativa não encerra a conversa: o pedido negado entra no resumo como fato do caso.

Na busca, a procura é muito maior pelo benefício do que pelo advogado: segundo levantamento da AllService AI no Planejador do Google Ads, o termo auxílio acidente soma 27.100 buscas por mês, contra 210 buscas para advogado auxílio acidente. É lead caro de triar: em julho de 2026, de cada quatro conversas, uma virou caso entregue. É nas outras três que o filtro paga o próprio custo.

Fontes: Ministério da Previdência Social (concessões B36 e B94 de 2024 e 2025; Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho 2024) e Boletins Estatísticos da Previdência Social (2026), reunidos e refeitos por código no estudo de mercado do auxílio-acidente. A proporção de casos entregues vem do estudo das 968 conversas de julho de 2026. Buscas e lance: Planejador de palavras-chave do Google Ads, lido via DataForSEO em 19 de outubro de 2026 à noite (horário de São Paulo), Brasil, em português, média mensal de 12 meses; o lance para o topo da página é estimativa do Planejador em dólar, não custo real de campanha.

O que a conversa confirma

Três confirmações, nessa ordem, antes de qualquer entrega.

A pergunta que mais derruba caso vem por último porque depende da data: sem saber quando foi o acidente, não há como perguntar o que a pessoa era naquele dia.

O acidente

O que aconteceu, quando e de que natureza, contado pela pessoa.

A sequela de hoje

O que ela ainda não consegue fazer. Sem limitação atual, não é caso.

A categoria na época

O que ela era na data do acidente, não o que é agora.

Entregue com resumo

Cai no seu painel com a história e o contato.

Em julho de 2026, de 968 conversas

Deu a primeira resposta própria68,9%
Confirmou o acidente e a sequela que limita47,9%
Confirmou a categoria na data do acidente27,9%
Virou caso entregue ao escritório24,9%

Percentuais sobre as 968 conversas iniciadas em julho de 2026, em dois fluxos da mesma tese. Entre fechar a escada e virar caso ficam os bloqueadores, como benefício ativo pelo acidente ou advogado já no caso, e quem parou de responder antes da entrega. O funil completo está no estudo de julho.

Onde essa tese engana

Seis motivos para um caso parecer bom e não ser.

Cada um desses já derrubou lead que passaria batido em qualquer formulário. Todos têm pergunta própria no roteiro, feita quando a história da pessoa aponta para eles.

A armadilha principal A carteira é de hoje, o acidente é de 2003

A pessoa diz que trabalha registrado há catorze anos e o acidente foi quando ela tinha doze. Quem decide é a categoria na data do acidente, e vínculo de outra época não conta.

Cedo demais Fase aguda ou benefício ativo

Operou na semana passada, está engessado ou está encostado pelo próprio acidente. O auxílio-acidente só começa depois que o auxílio-doença cessa. Quem segue em tratamento, mas já tem limitação e nenhum benefício ativo, entra com a marca no resumo.

Troca de tese Confusão com auxílio-doença

Muita gente chama tudo de "encostado". A conversa separa quem está afastado agora de quem tem sequela consolidada, e trata benefício já cessado como o que ele é: evidência a favor.

Categoria Roça sem nada no papel

Trabalho rural dá direito mesmo sem carteira e sem nunca ter pago INSS, mas alguma prova da atividade precisa existir. A conversa pergunta por isso antes de mandar o caso.

Bloqueador invisível Já recebe outro benefício

Aposentadoria, BPC/LOAS ou o próprio auxílio-acidente por esse mesmo acidente mudam o desfecho. É a pergunta que ninguém faz no formulário e que decide o caso.

Já tem dono Advogado atuando no caso

Caso perfeito, escada completa, e já tem processo correndo com outro advogado. Sem essa pergunta, o seu time descobre na ligação.

O que derrubou os casos em julho de 2026

Não era segurado na data do acidente146 · 70,9%
Já recebe algo que bloqueia34 · 16,5%
Sem sequela que ainda limite13 · 6,3%
Lesão ainda em fase aguda7 · 3,4%
Já tem advogado no caso3 · 1,5%
Não houve acidente3 · 1,5%

Percentuais sobre as 206 desqualificações registradas nas 968 conversas de julho de 2026, com os rótulos agrupados em seis famílias no estudo de julho.

Quanto vale um caso

O valor está na lei. O atrasado depende de uma data.

Metade do salário de benefício por mês, sem carência, até a véspera de qualquer aposentadoria. E o atrasado começa no dia seguinte ao fim do último auxílio-doença.

50%do salário de benefício, por mês, até a véspera de qualquer aposentadoria
R$ 810,50benefício mínimo mensal em 2026, metade do piso de R$ 1.621
R$ 4.237,78benefício máximo mensal em 2026, metade do teto de R$ 8.475,55
5 anosde parcelas vencidas que a ação ainda alcança, contados da propositura

O benefício é indenização: a pessoa pode seguir trabalhando e recebendo salário, e o auxílio-acidente continua (art. 86, §§ 2º e 3º). Não exige carência (art. 26, I). Só a aposentadoria encerra a tese, porque a acumulação é vedada.

O início segue o Tema 862 do STJ: o benefício é devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença que lhe deu origem, observada a prescrição de cinco anos. Quando a pessoa conta que recebeu auxílio-doença pelo acidente, o resumo registra até quando, e essa é a primeira data que o escritório confere. A conta aberta dos honorários, com as premissas de cada escritório, está no estudo de mercado.

Lei nº 8.213/1991, arts. 18, 26 e 86; piso e teto de 2026 pela Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026. Conteúdo informativo, dirigido a advogados. Sem promessa de resultado.

Qualifica e não qualifica

O recorte, em duas colunas.

O enquadramento fino continua sendo do escritório. A triagem existe para não mandar o que uma pergunta já descarta.

Entra Acidente de qualquer natureza

Trabalho, trânsito, casa, rua ou esporte. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, entra pela mesma porta.

Não entra Sem limitação até hoje

Machucou, tratou e sarou por completo. Sem sequela que ainda atrapalhe o trabalho ou o dia a dia, não há o que sustentar.

Entra Registrado, rural, doméstico, avulso

Carteira assinada na época, trabalho rural ou pesca artesanal com comprovação da atividade, doméstico com carteira, avulso com sindicato, ou desempregado ainda no período de graça do art. 15.

Não entra Por conta própria na cidade

Autônomo, MEI, bico ou diarista urbana sem outro enquadramento na data do acidente. Trabalho por conta própria na roça é outra história e segue por outro caminho.

Servidor estatutário, militar, quem recebe BPC/LOAS, quem já tem advogado no caso e quem está com benefício ativo pelo acidente são parâmetros do fluxo: se o escritório atende, a conversa passa a aceitar; se não atende, ela filtra antes de o caso chegar. O ajuste se faz antes de apontar o fluxo para o escritório.

O que chega para você

Um caso contado, não uma ficha preenchida.

Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito para ser lido antes da ligação.

Resumo entregue Auxílio-Acidente

Geraldo trabalhava na lavoura com a família quando caiu do cavalo em 2021. Quebrou o quadril e manca até hoje, com dificuldade para andar distância e para carregar peso. Na época não tinha carteira assinada, mas o pai tinha bloco de produtor e a família vendia a produção com nota. Foi atendido no hospital da cidade, fez tratamento e diz ter os papéis guardados em casa. Nunca deu entrada em nenhum benefício por esse acidente.

Segurado especial (rural) Prova da atividade citada Sem benefício ativo

Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Documento citado aparece como citado, não como conferido. A checagem de CNIS, nexo e consolidação continua sendo trabalho de advogado, e é justamente por isso que o resumo entrega os fatos crus em vez de um parecer.

Quando essas pessoas aparecem

Quase metade chega com o escritório fechado.

O estudo de julho de 2026 (968 conversas), lido pelo horário e pelo formato da resposta.

44,8%começaram a conversa entre 19h e 8h, fora do horário comercial
25,8%começaram no sábado ou no domingo
9 minde mediana entre a primeira mensagem e o desfecho, entre as conversas que chegaram a desfecho
15,4%das respostas passam de 300 caracteres, sinal de áudio transcrito

Quem responde na hora resolve na hora: nove minutos de mediana entre a primeira mensagem e o desfecho, entre as conversas que chegaram a desfecho. A conversa roda no WhatsApp a qualquer hora, recebe áudio e fecha avisando que um escritório vai ligar. A partir daí, o que pesa é o retorno rápido, porque a pessoa acabou de contar a história dela e está esperando. O que acontece quando a primeira resposta demora está no estudo sobre o tempo de resposta do lead.

Fonte: estudo próprio com 968 conversas de auxílio-acidente iniciadas em julho de 2026, horários de São Paulo.

Depois da entrega

Cinco conferências que ficam com o escritório.

O resumo traz os fatos na palavra da pessoa. A prova e a estratégia são do escritório, e a lei e os precedentes dizem por onde começar.

Fim do último auxílio-doença
Abre o atrasado: o benefício é devido a partir do dia seguinte à cessação (art. 86, § 2º; Tema 862 do STJ). Sem auxílio-doença anterior, o início vai para o requerimento administrativo; sem requerimento, para a citação. Parcelas anteriores aos cinco anos da ação prescrevem.
Situação na data do acidente
O resumo traz o que a pessoa declarou. O CNIS confirma o vínculo ou o período de graça do art. 15, e no caso rural entra a prova da atividade.
Consolidação e redução da capacidade
Laudos, exames e prontuário mostram o que ficou e o que mudou no trabalho habitual. Lesão mínima não afasta o direito (Tema 416), e a possibilidade de reversão também não (Tema 156).
Aposentadoria e benefícios ativos
Aposentadoria encerra a tese, porque a acumulação é vedada (art. 86, § 2º). Benefício por incapacidade ativo pelo acidente adia o caso para a cessação.
O que vai no requerimento
Prova da sequela e do trabalho habitual já no protocolo. A prova que só surge depois da ação pode levar o início para a citação (Tema 1.124 do STJ).

Leitura de lei e de precedente para a rotina do escritório, não parecer jurídico. Lei nº 8.213/1991, arts. 15, 26 e 86, no Planalto. Tema 862 do STJ (REsp 1.729.555/SP e 1.786.736/SP, acórdãos de mérito publicados em 1º de julho de 2021), tese lida no portal do TJMG e ementa lida em reprodução do TJPR. Temas 156, 416 e 1.124 nas páginas de precedente desta casa. Textos lidos em 22 de setembro de 2026.

Perguntas frequentes

Sobre leads de auxílio-acidente.

Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.

Vocês só mandam acidente de trabalho?

Não. Acidente de qualquer natureza entra: trânsito, casa, rua, esporte, além do acidente de trabalho. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, também. Mais da metade das concessões de 2025 veio da porta previdenciária, fora do trabalho. O que a conversa confirma é o acidente, a sequela que permanece e a categoria de segurado na data.

Como vocês evitam mandar caso ainda em tratamento?

A conversa separa três situações. Fase aguda, com cirurgia recente ou gesso e sem sequela definida, não é entregue, e a pessoa recebe convite para voltar. Benefício por incapacidade ativo pelo próprio acidente também não, porque o auxílio-acidente só começa no dia seguinte à cessação; o escritório pode escolher receber esse caso para a data da cessação. Tratamento em curso com limitação já presente e sem benefício ativo entra, com a marca no resumo.

Vale a pena anunciar para auxílio-acidente?

A procura existe, e é pelo nome do benefício, não pelo advogado. Segundo levantamento da AllService AI no Planejador do Google Ads, lido via DataForSEO em 19 de outubro de 2026, o termo auxílio acidente soma 27.100 buscas por mês na média de 12 meses, com lance estimado para o topo de US$ 0,14 a US$ 0,60, contra 210 buscas para advogado auxílio acidente, com lance de US$ 0,47 a US$ 2,52. Lance é estimativa do Planejador, não custo real de campanha. O Planejador não informa quem pesquisa nem com que intenção. O que decide é a triagem: em julho de 2026, 24,9% das 968 conversas de auxílio-acidente viraram caso entregue, 21,3% caíram por critério e 48,5% pararam de responder, mais da metade delas antes da primeira resposta própria. O funil degrau a degrau está no estudo de julho. Anúncio não garante caso nem resultado.

Quanto vale um caso de auxílio-acidente?

O benefício é 50% do salário de benefício por mês, de R$ 810,50 a R$ 4.237,78 em 2026, pago até a véspera de qualquer aposentadoria, com atrasados desde o dia seguinte ao fim do último auxílio-doença, respeitada a prescrição de cinco anos. O honorário depende do contrato de cada escritório; a conta aberta está no estudo de mercado.

O que a pessoa pergunta antes de fechar e quem faz a triagem?

A objeção mais comum é de quem acha que não tem direito porque nunca parou de trabalhar: o benefício é indenizatório e não impede a pessoa de continuar trabalhando (Lei 8.213/1991, art. 86, §§ 2º e 3º). Muita gente também chama tudo de "encostado", e a conversa separa quem está afastado agora de quem tem sequela consolidada. A triagem é feita pela conversa no WhatsApp, a qualquer hora e com áudio, antes de qualquer entrega: confirma o acidente, a sequela de hoje e a categoria na data do acidente, nessa ordem, e as perguntas de bloqueador aparecem quando a história da pessoa aponta para elas. O fechamento avisa que um escritório vai entrar em contato, então a ligação não chega do nada. A checagem de CNIS, nexo e consolidação continua sendo trabalho de advogado, e o retorno rápido importa: a pessoa acabou de contar a história dela e está esperando.

Quem tem direito ao auxílio-acidente?

O empregado, inclusive o doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial, quando o acidente deixa sequela que reduz a capacidade para o trabalho habitual (Lei 8.213/1991, arts. 18, § 1º, e 86). Contribuinte individual e segurado facultativo ficam de fora. Quem trabalhava na roça ou na pesca artesanal sem carteira entra como segurado especial, e a conversa pergunta pela comprovação da atividade na época.

Quem recebe auxílio-acidente pode continuar trabalhando?

Pode. Salário ou outro benefício não interrompe o auxílio-acidente, que é indenização pela sequela e só não se acumula com aposentadoria (Lei 8.213/1991, art. 86, §§ 2º e 3º).

É possível ajustar o recorte para o meu escritório?

Em parte. O que a lei exige não se negocia, mas região atendida, servidor estatutário, BPC/LOAS, advogado já no caso e benefício ainda ativo são parâmetros do fluxo, alinhados antes de apontar o fluxo para o escritório.

Como funciona o preço?

O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar, sem leilão interno e sem surpresa no boleto. O número da área sai numa conversa de trinta minutos; como o preço é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.

Estudo de mercado · Fontes públicas 8,3 mil casos novos por mês: o tamanho real do mercado desta tese.

Concessões, negativas, valor legal e a conta aberta dos honorários, tudo com fonte pública citada e refeita por código. As duas portas do benefício, o funil de 4,9% e o mercado das reversões que quase ninguém olha.

Ler o estudo de mercado
8,3 milcasos novos/mês
Precedente · STJ, Tema 1.124 · acórdão de novembro de 2025 O atrasado se decide no protocolo, não na sentença.

Prova da sequela que só surge depois de proposta a ação pode levar a data de início do benefício para a citação. O que entra no requerimento decide os atrasados. A tese por extenso, a conta e o que muda no protocolo.

Ler o precedente
R$ 42.146num benefício de um salário mínimo (R$ 1.621), 24 meses, na conta do Tema 1.124
Precedente · STJ, Tema 416 · REsp 1.109.591/SC Sequela pequena. O direito não é.

O auxílio-acidente é devido ainda que mínima a lesão, desde que a sequela consolidada reduza a capacidade para o trabalho habitual. O que a lei exige, o que o Tema 156 acrescentou e o que a triagem confirma antes de o caso chegar.

Ler o precedente
50%do salário de benefício

Correção de 20 de outubro de 2026. O card do Tema 1.124 rotulava R$ 42.146 como a conta de um caso no piso em 24 meses. A conta daquela página é de um benefício de um salário mínimo (R$ 1.621), com 24 meses entre o requerimento e a citação, não do piso do auxílio-acidente (R$ 810,50), e o rótulo foi corrigido. O card do estudo de julho dizia que a triagem descobre o caso em nove minutos; nove minutos é a mediana entre a primeira mensagem e o desfecho nas conversas que chegaram a desfecho, e o card passou a dizer isso.

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Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se o auxílio-acidente é a tese certa para começar.

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Conversa para escritórios de advocacia. Não atendemos quem procura um advogado.

Essa é uma das teses previdenciárias que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda o Tema 416 do STJ sobre lesão mínima e os três caminhos de captação no previdenciário. Veja também: Tema 1.360 do STJ. Veja também qual benefício do INSS mais sai na Justiça. E quanto tempo o INSS demora para analisar um pedido em 2026, por espécie e por estado. Quantos acidentes de trabalho o país registra por ano, com a incidência de cada estado, está em quantos acidentes de trabalho o Brasil registra por ano. O que a Lei 15.498 muda nas custas da ação contra o INSS a partir de 2027 está em custas da Justiça Federal em 2027.

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