Leads para advogados Auxílio-Acidente
Leads de auxílio-acidente, com o caso já triado.
A tese que mais engana na triagem. O que decide não é a carteira de hoje, é a categoria de segurado na data do acidente, e é isso que a conversa confirma antes de qualquer entrega.
Acidente de moto em março de 2025. Ficou com o joelho travado, não agacha e não sobe escada sem apoio. Estava desempregado na data, tendo saído do último emprego registrado cerca de oito meses antes. Fez fisioterapia e diz ter os relatórios em casa.
Quase ninguém sabe que tem direito.
O auxílio-acidente não depende de o acidente ter sido no trabalho, e é aí que mora o volume que a maioria dos escritórios não captura.
Acidente de moto voltando do mercado, queda em casa, corte na roça, lesão jogando bola: qualquer natureza entra. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, entra pela mesma porta. E como o benefício é indenizatório, ele não impede a pessoa de continuar trabalhando, o que derruba a objeção mais comum de quem acha que não tem direito porque nunca parou de trabalhar.
O resultado é um público enorme que nunca procurou advogado, porque não sabe que existe algo a procurar. É lead barato de gerar e caro de triar, porque a mesma frase que traz o caso bom traz dez que não são caso. É exatamente aí que o filtro paga o próprio custo.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, pra não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
O que aconteceu, quando e de que natureza, contado pela pessoa.
O que ela ainda não consegue fazer. Sem limitação atual, não é caso.
O que ela era na data do acidente, não o que é agora.
Cai no seu painel com a história e o contato.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
Cada um desses já derrubou lead que passaria batido em qualquer formulário. Todos são perguntados na conversa.
A pessoa diz que trabalha registrado há catorze anos e o acidente foi quando ela tinha doze. Quem decide é a categoria na data do acidente, e vínculo de outra época não conta.
Operou semana passada, tem perícia marcada, está encostado pelo próprio acidente. O caso existe, só que ainda não nasceu. Entregar agora é queimar o lead e o tempo do escritório.
Muita gente chama tudo de "encostado". A conversa separa quem está afastado agora de quem tem sequela consolidada, e trata benefício já cessado como o que ele é: evidência a favor.
Trabalho rural dá direito mesmo sem carteira e sem nunca ter pago INSS, mas alguma coisa da atividade precisa existir. A conversa pergunta por isso antes de mandar o caso.
Aposentadoria, BPC/LOAS ou o próprio auxílio-acidente por esse mesmo acidente mudam o desfecho. É a pergunta que ninguém faz no formulário e que decide o caso.
Caso perfeito, escada completa, e já tem processo correndo com outro advogado. Sem essa pergunta, o seu time descobre na ligação.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Trabalho, trânsito, casa, rua ou esporte. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, entra pela mesma porta.
Machucou, tratou e sarou por completo. Sem sequela que ainda atrapalhe o trabalho ou o dia a dia, não há o que sustentar.
Carteira assinada na época, trabalho rural ou pesca artesanal com comprovação da atividade, doméstico com carteira, avulso com sindicato.
Autônomo, MEI, bico ou diarista urbana sem outro enquadramento na data do acidente. Trabalho por conta própria na roça é outra história e segue por outro caminho.
Servidor estatutário, militar e alguns outros recortes são parâmetro do fluxo: se o seu escritório atende, a conversa passa a aceitar; se não atende, ela filtra antes de chegar em você. É isso que a gente alinha quando aponta o fluxo pro seu escritório.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Geraldo trabalhava na lavoura com a família quando caiu do cavalo em 2021. Quebrou o quadril e manca até hoje, com dificuldade para andar distância e para carregar peso. Na época não tinha carteira assinada, mas o pai tinha bloco de produtor e a família vendia a produção com nota. Foi atendido no hospital da cidade, fez tratamento e diz ter os papéis guardados em casa. Nunca deu entrada em nenhum benefício por esse acidente.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Documento citado aparece como citado, não como conferido. A checagem de CNIS, nexo e consolidação continua sendo trabalho de advogado, e é justamente por isso que o resumo te entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de auxílio-acidente.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Vocês só mandam acidente de trabalho?
Não. Acidente de qualquer natureza entra: trânsito, casa, rua, esporte, além do acidente de trabalho. Doença adquirida no trabalho, como lesão por esforço repetitivo, também. O que a conversa confirma é o acidente, a sequela que permanece e a categoria de segurado na data.
Como vocês evitam mandar caso ainda em tratamento?
É uma pergunta explícita do roteiro. Quem está afastado agora pelo próprio acidente, com perícia marcada ou cirurgia recente, não é entregue: o caso ainda não nasceu. Esses leads recebem um convite para voltar quando o quadro se estabilizar, sem que o critério seja revelado.
E quem trabalhava na roça sem carteira?
Entra, e é uma parte relevante do volume dessa tese. Trabalho rural, pesca artesanal e agricultura familiar dão direito mesmo sem carteira e sem contribuição, desde que exista alguma comprovação da atividade na época. A conversa pergunta por isso e o resumo lista o que a pessoa citou.
O lead já vem sabendo que um advogado vai ligar?
Sim. O fechamento da conversa avisa que um escritório vai entrar em contato, então a ligação não chega do nada. Por isso o retorno rápido importa tanto nessa tese: a pessoa acabou de contar a história dela e está esperando.
Quanto custa o lead de auxílio-acidente?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área a gente passa na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
Dá pra ajustar o recorte pro meu escritório?
Parte dele sim. O que a lei exige não se negocia, mas coisas como região atendida, servidor estatutário e caso com benefício ainda ativo são parâmetros do fluxo. A gente alinha isso antes de apontar o fluxo pro seu escritório.
Concessões, negativas, valor legal e a conta aberta dos honorários, tudo com fonte pública citada e refeita por código. As duas portas do benefício, o funil de 4,9% e o mercado das reversões que quase ninguém olha.
Ler o estudo de mercadoLaudo e perícia da sequela que só aparecem na ação levam a data de início do benefício para a citação. O que entra no requerimento decide os atrasados. A tese por extenso, a conta e o que muda no protocolo.
Ler o precedenteTrinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se o auxílio-acidente é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Essa é uma das teses previdenciárias que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas.