Leads para advogados Salário-Maternidade
Leads de salário-maternidade, com o caso já triado.
A tese em que o público certo se descarta sozinho: a mãe que estava desempregada na época acha que não tem direito, e é exatamente ela o volume que quase ninguém captura. A conversa data o evento, confirma a situação da época e o que aconteceu com o benefício antes de qualquer entrega.
Teve a filha em março de 2023, uns sete meses depois de sair de um emprego de carteira assinada. Nunca pediu o benefício porque achou que desempregada não tinha direito. Quatro anos de registro antes da saída, certidão e carteira em casa.
O direito que a própria mãe descarta.
Quem estava empregada recebeu na folha e nem pensou no assunto. O volume está em quem estava fora da folha: desempregada, autônoma, rural, doméstica, e nos eventos de que ninguém fala.
A mãe que saiu do emprego meses antes do parto quase sempre acha que perdeu o direito, e em boa parte dos casos não perdeu. Adoção e guarda dão direito ao mesmo benefício. Perda gestacional também pode dar, e é um público que nunca aparece em formulário nenhum, porque ninguém pergunta. É gente que não procura advogado porque não sabe que existe algo a procurar.
Esse desconhecimento é o que torna o lead barato de gerar e caro de triar: a mesma frase de anúncio que traz a mãe com caso traz a que já recebeu tudo certinho e a que nunca teve qualquer vínculo. O filtro paga o próprio custo separando as três em poucas mensagens, com o cuidado que o assunto pede.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, pra não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Parto, adoção, guarda ou perda gestacional, datado logo no início. É o prazo que derruba mais rápido.
Trabalhava, contribuía, era rural ou doméstica, ou tinha saído do emprego pouco antes.
Nunca pediu, foi negado ou veio errado. Quem recebeu certinho não vira entrega.
Cai no seu painel com a história e o contato.
Seis motivos pra um caso parecer bom e não ser.
Cada um desses já derrubou lead que passaria batido em qualquer formulário. Todos são tratados na conversa.
Recebeu o benefício integral na época e chega achando que existe algo a mais. Não existe pedido a fazer, e a conversa encerra com respeito antes de o caso chegar em você.
É o contrário do que parece: sair do emprego pouco antes do nascimento não apaga o direito em boa parte dos casos. A conversa pergunta o tempo de carteira e como foi a saída, em vez de aceitar o não da própria pessoa.
Evento antigo demais esbarra no prazo legal de cinco anos. A data é a primeira coisa confirmada, e caso em cima do limite vai entregue com aviso, pra decisão ser sua.
Sem qualquer vínculo, contribuição ou atividade rural na época, não há benefício a pedir. É a desqualificação mais comum e a mais barata de fazer antes da sua ligação.
Natimorto e aborto não criminoso podem dar direito, e quase ninguém sabe. A conversa acolhe, data o evento sem insistir e trata o assunto com o cuidado que ele exige.
Na adoção e na guarda, a idade da criança não é a data do evento. A conversa pergunta quando foi a adoção, porque é essa data que conta pro prazo.
O recorte, sem rodeio.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a gente faz é não te mandar o que já dá pra descartar por telefone.
Qualquer forma de contribuição ou atividade que sustente a qualidade de segurada na época do nascimento, incluindo quem saiu do emprego pouco antes.
Veio na folha, veio certo e veio inteiro. Não há o que pedir, e a conversa encerra antes de virar ligação perdida.
O benefício não é só do parto. Adoção, guarda pra fins de adoção, natimorto e aborto não criminoso entram, cada um datado pelo evento certo.
Mais de cinco anos do evento esbarra na prescrição. Caso em cima do limite não é descartado por conta própria: vai com aviso pra sua decisão.
Aceitar caso de revisão de valor, o recorte de regiões e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, alinhados quando a gente aponta a conversa pro seu escritório. E o tom importa nessa tese: o público é de mães, às vezes falando de uma perda. A conversa é curta, acolhedora e sem textão.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito pra ser lido antes da ligação.
Juliana teve a segunda filha em março de 2023. Tinha saído do emprego de carteira assinada cerca de sete meses antes do parto, depois de quatro anos de registro, e nunca deu entrada no benefício porque achou que desempregada não tinha direito. A primeira filha nasceu em 2021, quando ela ainda estava registrada, e ela diz que também não recebeu por essa. Afirma ter as carteiras e as certidões de nascimento em casa.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Documento citado aparece como citado, não como conferido. A checagem de CNIS, carência e prazo continua sendo trabalho de advogada, e é justamente por isso que o resumo te entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de salário-maternidade.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Mãe que estava desempregada entra mesmo?
Entra em boa parte dos casos, e é o coração do volume dessa tese. A conversa pergunta quanto tempo de carteira ela tinha e como foi a saída do emprego, em vez de aceitar o "não tenho direito" da própria pessoa. Na dúvida dentro do período de proteção, o caso vai com aviso pra sua análise.
Vocês mandam caso de perda gestacional?
Sim. Natimorto e aborto não criminoso podem dar direito ao benefício, e a conversa trata o assunto com acolhimento: data o evento sem insistir e sem pedir detalhe que não é necessário. É um público que nenhum formulário alcança.
E adoção e guarda?
Entram. O que vale pro prazo é a data da adoção ou da guarda, não a idade da criança, e é exatamente isso que a conversa pergunta quando percebe que o caso é de adoção.
Como vocês evitam caso prescrito?
A data do evento é a primeira coisa confirmada na conversa, antes de qualquer outra pergunta. Evento claramente além do prazo legal de cinco anos é encerrado com respeito. Caso em cima do limite não é descartado por conta própria: vai entregue com aviso, pra decisão ser sua.
Quanto custa o lead de salário-maternidade?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área a gente passa na conversa. O modelo completo, com o que está incluído no valor, está na página de preço.
Dá pra ajustar o recorte pro meu escritório?
Parte dele sim. O que a lei exige não se negocia, mas coisas como aceitar revisão de valor, regiões atendidas e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo. A gente alinha isso antes de apontar a conversa pro seu escritório.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se o salário-maternidade é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Essa é uma das teses previdenciárias que já rodam. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas.