Leads para advogados Estudos
Dados que não existem em outro lugar.
Cada número aqui carrega a origem: conversa real de qualificação, que não existe em outro lugar; fonte pública, com órgão e ano colados; ou cruzamento entre teses já publicadas.
Como publicamos Todos os estudos, inclusive fora do jurídico

O que sai das nossas conversas.
Conversas reais de qualificação, com amostra declarada, método aberto e limitações no corpo do texto.
Dois em cada três casos morrem pelo mesmo motivo.
A dívida é quase sempre real.
O benefício que já existe fecha a porta.
Eles estavam expostos. Faltou tempo.
O tamanho da tese em fonte pública.
Dado de órgão oficial, com fonte e ano em cada número, contas refeitas por código e premissa rotulada.
O benefício que o Estado cobra e quase nunca concede.
O benefício de 6,4 milhões trava na porta de entrada.
O mercado que o auxílio-acidente fabrica todo mês.
O tamanho do mercado é o que torna a tese difícil.
O que só aparece cruzando as teses.
Várias teses lado a lado, com dado próprio já publicado: a leitura que nenhuma edição faz sozinha.
Honorário previdenciário: o mínimo da tabela e o proveito.
24,6 milhões de aposentadorias. 42,3 milhões de benefícios.
834 mil acidentes de trabalho em 2024.
2,4 milhões de ações por ano. 9 meses até a sentença.
35,8 milhões de benefícios. 167 por mil pessoas.
18,7 casos novos por advogado.
R$ 1.856 por idade. R$ 3.741 por tempo.
O INSS leva 37 dias. O BPC, 104.
1,5 milhão de advogados, estado por estado.
Honorário inicial não é tese. É cláusula.
Tabela de honorários da OAB, em cada seccional.
O honorário de êxito anda no ritmo do ramo.
Direito aéreo: o lead se apresenta sozinho, na busca.
A pergunta que decide quase nunca é a primeira.
Uns saem no balcão. Outros, na Justiça.
Pouca gente desconfia.
Mais não do que sim.
O golpe não invade o processo. Ele lê.
A decisão lida pela conta do escritório.
Decisão de tribunal superior ou norma do órgão, traduzida em data, prazo e rotina de protocolo, com o texto da regra e as fontes oficiais.
Penosidade após 1995 exige perícia.
O Provimento 205, canal por canal.
Depois de 180 dias, conta o pedido.
Cartão consignado: vale ou é abusivo? Ainda não há tese.
A idade mínima caiu. A exposição fica.
Vigilante, com arma ou sem: o risco não basta.
Abaixo do mínimo? Ainda não há tese.
Diagnóstico de TEA não basta. Exige avaliação biopsicossocial.
A média basta? Ainda não há tese.
O desconto basta? Ainda não há tese.
Incapacidade laboral não é o requisito.
EPI eficaz no PPP não decide sozinho.
Ação no domicílio exige fato concreto.
As custas federais sobem em 2027.
R$ 5 mil é a régua da gratuidade.
O banco pode encerrar a conta?
Devolução em dobro não exige má-fé. Decide a boa-fé.
Procuração eletrônica vale? O juiz decide.
A mesma licença para toda mãe.
Renda acima de 1/4. O BPC ainda tem caso?
Sequela pequena. O direito não é.
O salário-paternidade não é só de dez dias.
O PPP veio errado. Contra quem se briga?
A liminar caiu. O cliente devolve?
A prova do consignado mudou de endereço.
O atrasado se decide no protocolo, não na sentença.
Ganhou na Justiça? O INSS pode cortar, com perícia e defesa.
Carteira em branco não prova desemprego. Outros meios provam.
Três regras que valem para toda edição.
Não são princípios de marketing, são o que separa um número que se pode citar de um número que se pode inventar.
Toda taxa vem com a base sobre a qual foi calculada. Percentual sem denominador é o jeito mais fácil de dizer qualquer coisa sem mentir tecnicamente.
Nenhum número sai de leitura no olho. Toda contagem é feita sobre o registro bruto, e o mesmo código refeito tem que devolver o mesmo resultado.
Cada edição tem uma seção dizendo o que ela não prova. Estudo sem limitação declarada é peça de venda, e preferimos que seja outra coisa.
Publicamos o dado porque ele é o trabalho.
Se o seu escritório trabalha com alguma dessas teses, ou com qualquer outra, o que está nesses estudos é o que a triagem descobre antes de o caso chegar na sua mesa.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.