Leads para advogados Inventário
Leads de inventário,
com o caso já triado.
Inventário é a tese em que quase todo contato tem caso e quase nenhum tem pressa. A conversa confirma que o falecimento já ocorreu, levanta os bens que existem para partilhar e registra há quanto tempo isso aconteceu, que é o dado capaz de separar o caso recente do atraso que já acumulou imposto.
Pai faleceu há cerca de dois anos e deixou uma casa no nome dele e uma conta em banco. São três irmãos, todos de acordo. Ninguém abriu inventário até agora porque a família achou que precisaria vender o imóvel antes.
Todo falecimento com bem gera um inventário. Poucos viram processo rápido.
A obrigação existe, o prazo corre e o custo assusta. O resultado é uma fila de casos parados esperando alguém explicar o caminho.
Inventário não depende de indeferimento, de perícia nem de decisão de terceiro. Ele nasce pronto: alguém faleceu, existem bens no nome dessa pessoa, e a partilha precisa acontecer para que a família possa vender, transferir ou simplesmente usar o que ficou. O caso não é criado por uma disputa, é criado por um fato.
O que trava não é a viabilidade jurídica, é a informação. A família não sabe se precisa de processo ou de cartório, não sabe quanto custa e não sabe que existe imposto com prazo. Por isso adia. Meses viram anos, e o caso continua ali, intacto e maior, porque o atraso costuma acrescentar multa ao imposto de transmissão. É um público que não desaparece com o tempo, ao contrário da maioria das teses.
O outro lado desse volume é quem escreve procurando planejamento em vida, quem não tem um único bem a partilhar e quem só quer saber quanto custaria. Essas três conversas consomem a agenda de um escritório sem nunca virar processo, e são exatamente as que a triagem separa antes de qualquer entrega.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, para não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Quem procura organizar a sucessão ainda em vida está em outra área. É a primeira pergunta e é a que mais separa.
Imóvel, conta, investimento, veículo, empresa ou participação. Sem nenhum bem, não há inventário a fazer.
Não filtra ninguém. Serve para o escritório saber, antes de ligar, se está diante de um caso recente ou de um atraso que já acumulou imposto.
Cai no seu painel com a história e o contato.
Seis motivos para um contato parecer caso e não ser.
São os padrões que a triagem separa antes de qualquer entrega.
Testamento, doação, holding familiar. A pessoa usa a palavra inventário para descrever o que pretende evitar, e o caso é de outra frente. A conversa pergunta isso logo no começo, com naturalidade.
Falecimento sem patrimônio no nome do falecido não gera inventário, ou gera um cujo custo supera o que seria partilhado. A conversa levanta os bens antes de encaminhar.
Contato que está comparando preço e ainda não decidiu resolver nada. Aparece bastante nessa tese e some depois da primeira resposta, sem nunca virar processo.
Processo em curso com outro advogado é outra conversa, e não é captação. A pergunta sobre o que já foi feito aparece na história que a pessoa conta.
Imóvel de familiar, imóvel só com contrato de gaveta, bem já transferido em vida. Muda completamente o caso e precisa aparecer antes da ligação.
Conflito instalado entre irmãos leva o caso para o caminho judicial, mais longo e mais caro. Não desqualifica, mas o escritório precisa saber disso antes de orçar.
O recorte, sem meias palavras.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a triagem faz é não enviar o que já daria para descartar por telefone.
A pessoa confirma o falecimento e cita ao menos um bem no nome do falecido. É o coração do volume da tese.
Testamento, doação e organização patrimonial de quem está vivo são outra frente. A conversa identifica e encerra com respeito.
Caso parado há anos continua sendo caso, e costuma ser o mais urgente pelo imposto acumulado. O resumo traz o tempo declarado.
Sem patrimônio no nome do falecido não há o que partilhar. A conversa levanta os bens e encerra quando não existe nenhum.
Região atendida, faixa de patrimônio, aceitar ou não caso com conflito entre herdeiros e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, definidos por escrito na implantação antes de a conversa apontar para o seu escritório.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito para ser lido antes da ligação.
Rosângela procura resolver o inventário do pai, que faleceu há cerca de dois anos. Diz que ele deixou uma casa registrada no nome dele e uma conta em banco, sem saber precisar o valor. São três irmãos herdeiros e afirma que todos estão de acordo sobre partilhar. Nada foi aberto até agora porque a família acreditava que precisaria vender o imóvel antes, e agora querem regularizar a situação.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não estima valor de partilha e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Bem citado aparece como citado, nunca como conferido. A checagem de matrícula, de titularidade e de imposto continua sendo trabalho de advogado, e é por isso que o resumo entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de inventário.
Se ficar faltando alguma, traga na conversa.
Vocês mandam quem só quer saber o preço?
Contato que está apenas pesquisando valor não passa nos critérios: a conversa precisa confirmar o falecimento e a existência de bens, e quem está comparando orçamento costuma parar antes disso. O que chega ao painel é caso com objeto declarado.
Inventário antigo, de anos atrás, entra?
Entra, e costuma ser o caso mais urgente. Atraso na abertura tende a acrescentar multa ao imposto de transmissão, então o resumo sempre traz há quanto tempo o falecimento ocorreu, do jeito que a pessoa declarou.
E quando os herdeiros estão brigados?
O caso continua sendo caso, mas muda de caminho e de custo. A conversa registra o que a pessoa contou sobre os outros herdeiros para que o escritório saiba disso antes de orçar. Se o seu escritório preferir não receber caso com conflito instalado, isso é parâmetro do fluxo.
Vocês fazem o enquadramento entre judicial e extrajudicial?
Não. Essa análise depende de herdeiro menor, de testamento e de acordo entre as partes, e é trabalho de advogado. A conversa entrega os fatos declarados para que o enquadramento seja seu.
Quanto custa o lead de inventário?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área sai na conversa, e o modelo completo está na página de preço.
O lead é exclusivo do meu escritório?
É. Cada lead entregue vai para um escritório e só para ele, sem repasse, revenda ou rodízio. A mecânica está descrita em um lead, um escritório.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se inventário é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Inventário é uma das teses atendidas. Ver como funciona a qualificação e as outras teses.