Leads para advogados Superendividamento
Superendividamento,
com o caso já triado.
Superendividamento é a tese de maior tráfego e menor aproveitamento do consumidor: quase todo mundo com dívida clica, e a maioria não é caso. A conversa levanta quais dívidas de consumo existem e com quantos credores, registra a renda declarada e o quanto dela já está comprometida, e apura como as dívidas surgiram.
Policial militar, declara renda de cerca de nove mil. Diz ter quatro consignados descontados do contracheque, dois cartões no rotativo e cheque especial no limite. Afirma que sobra menos de dois mil por mês e que já não sabe quanto deve ao todo.
O tráfego é enorme. O caso é raro dentro dele.
Dívida é o assunto que mais move gente na internet brasileira, e é justamente por isso que a triagem decide o resultado dessa tese.
Qualquer anúncio que fale em dívida atrai um público enorme e muito heterogêneo. Chega quem tem uma dívida só e quer desconto, quem quer apenas retirar o nome do cadastro, quem tem débito de empresa, quem deve imposto, quem financiou um carro e atrasou. Todos escrevem a mesma frase, que é estar com dívida, e quase nenhum é caso de repactuação.
O caso de verdade tem forma específica: pessoa física, várias linhas de crédito de consumo abertas ao mesmo tempo e uma renda que deixou de cobrir a soma das parcelas. E existe uma segunda condição, menos óbvia, que decide a viabilidade do trabalho. A repactuação termina num plano de pagamento que corre por anos, então o devedor precisa de renda previsível para o plano se sustentar até o fim.
São duas variáveis, não uma, e é o cruzamento delas que define o alvo. Renda alta e estável é o servidor público, e é por isso que ele é o perfil mais procurado nessa tese: estabilidade vira crédito farto e barato, crédito farto e barato vira margem estourada. Renda estável e baixa, como a do aposentado com um salário mínimo, gera um conjunto pequeno demais para o processo. Renda alta e instável, como a do autônomo em um bom ano, sustenta a dívida mas não sustenta o plano.
Esse recorte é justamente o que o tráfego não entrega sozinho. Anúncio sobre dívida atrai muito mais gente de renda baixa e dívida pequena do que o contrário, e separar isso exige perguntar renda, origem da renda e comprometimento na própria conversa, antes de o caso virar ligação. Existe ainda a fronteira com as teses vizinhas, que é onde o caso costuma se perder. Inscrição que a pessoa não reconhece é negativação indevida. Desconto no benefício que ela nunca contratou é empréstimo indevido. A conversa identifica cada uma e encaminha pela porta certa, em vez de entregar tudo como se fosse a mesma coisa.
Quatro coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem não é aleatória. Ela começa pelo que derruba mais rápido, para não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Cartão, empréstimo, consignado, crediário, financiamento sem garantia. Precisa ser dívida de consumo, no nome da pessoa, e precisa ser mais de um credor: a tese trata do conjunto, não de uma dívida isolada.
Quanto a pessoa recebe por mês e quanto disso já sai em parcelas, em valores que ela mesma informa. É o núcleo da tese, separa quem está apertado de quem está superendividado, e é o degrau em que a faixa contratada pelo escritório entra como parâmetro.
Servidor, aposentado, carteira assinada ou autônomo. Não é curiosidade: é a variável que diz se um plano de anos se sustenta, e é o parâmetro pelo qual o escritório define o perfil que quer receber.
Doença, desemprego, juros que rolaram, empréstimo para cobrir empréstimo. Não é acusação: é a pergunta que afasta o que a própria lei deixa de fora, como dívida contraída com fraude, com dolo ou em consumo de luxo.
Cai no seu painel com a história, os credores citados e o contato.
Seis motivos para um contato parecer caso e não ser.
São os padrões que a triagem separa antes de qualquer entrega.
Contato que procura tirar a inscrição do cadastro e seguir a vida. É pedido de outra tese, e a conversa separa em vez de misturar no seu painel.
Uma dívida grande, por maior que seja, é caso de renegociação. Repactuação existe para tratar o conjunto, e a conversa levanta quantos credores existem antes de encaminhar.
Autônomo em ano bom tem dívida grande e renda que oscila, e plano de anos não se sustenta em renda que oscila. O roteiro pergunta de onde vem a renda, não só quanto ela é, justamente porque as duas coisas decidem coisas diferentes.
Débito de CNPJ, mesmo em empresa pequena e mesmo com o dono avalista, muda completamente a natureza do caso.
Dívida com o bem em garantia tem tratamento próprio e não entra no mesmo bolo. Quem tem só isso não é caso, e o resumo sempre discrimina o tipo de cada dívida.
Quem já tem processo ou já homologou acordo está em outra fase. A conversa registra o que a pessoa contou sobre tentativas anteriores.
O recorte, sem meias palavras.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a triagem faz é não enviar o que já daria para descartar por telefone.
Cartão, consignado, empréstimo pessoal e crediário somados, com a pessoa declarando que o que sobra não paga o básico. É o coração do volume da tese.
Renegociar um contrato é outra conversa e não precisa de repactuação. A conversa identifica pelo número de credores.
Policial, professor, servidor municipal, estadual ou federal, com vários contratos descontados do contracheque e margem no limite. Renda alta e previsível, que é o que faz o conjunto valer o trabalho e o plano se sustentar até o fim.
Dívida de empresa, tributo, pensão e multa não sustentam a tese em hipótese alguma. E quando o conjunto declarado fica abaixo da faixa que o seu escritório definiu, a conversa também encerra, com respeito e sem prometer nada.
Região atendida, origem da renda aceita, faixa de renda, comprometimento mínimo, número mínimo de credores e o que precisa aparecer no resumo são parâmetros do fluxo, definidos por escrito na implantação antes de a conversa apontar para o seu escritório.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito para ser lido antes da ligação.
Ronaldo é policial militar e declara renda de cerca de nove mil por mês. Afirma ter quatro empréstimos consignados descontados direto do contracheque, em bancos diferentes, mais dois cartões no rotativo e cheque especial no limite. Diz que sobram menos de dois mil por mês e que não sabe precisar o total devido. Conta que o aperto começou depois de uma separação e que passou a pegar consignado novo para cobrir cartão. Não citou dívida de empresa, imposto nem financiamento com garantia.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não calcula mínimo existencial e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Valor declarado aparece como declarado, nunca como conferido. A checagem de extrato, de contrato e de margem continua sendo trabalho de advogado, e é por isso que o resumo entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de superendividamento.
Se ficar faltando alguma, traga na conversa.
Vocês mandam quem só quer limpar o nome?
Não. Retirar inscrição do cadastro é pedido de outra tese, e a conversa separa as duas. Quando a história é de inscrição que a pessoa não reconhece, o caso segue para negativação indevida em vez de virar entrega errada no seu painel.
Que perfil de renda chega no meu painel?
O que você definir. A conversa levanta a renda declarada e a soma das parcelas em valor, e a faixa que o seu escritório trabalha entra como parâmetro na implantação. Escritórios de repactuação costumam pedir faixa mais alta, porque o conjunto de dívidas precisa justificar o processo, e o roteiro filtra por essa faixa antes de qualquer entrega.
E quando o desconto passa da margem?
Consignado de servidor tem teto de desconto sobre o contracheque, e quando a soma dos contratos passa desse teto o caso deixa de ser só repactuação: passa a ter pedido próprio sobre os contratos. O roteiro registra quantos consignados existem e quanto a pessoa declara sobrar, e sinaliza no resumo quando o consignado domina o comprometimento, para que a conferência da margem já comece apontada.
E consignado de aposentado?
Juridicamente é a mesma tese, mas o conjunto costuma ser pequeno demais para o tipo de trabalho que a maioria dos escritórios de repactuação faz. Por isso a faixa de renda é parâmetro e não regra da casa: se o seu escritório atende esse perfil, o roteiro entrega. E quando a história indica desconto que a pessoa não reconhece, o caso muda de porta e vai para empréstimo indevido, independentemente da faixa.
E financiamento de imóvel ou de veículo?
Dívida com o bem em garantia tem tratamento próprio e não entra no mesmo conjunto. Quem tem apenas esse tipo de dívida não passa nos critérios, e o resumo sempre discrimina a natureza de cada uma para que a sua análise não comece do zero.
Vocês avaliam a boa-fé do consumidor?
Não. A conversa pergunta como as dívidas surgiram e registra a resposta com as palavras da pessoa. O juízo sobre boa-fé, sobre consumo de luxo e sobre o que a lei exclui é trabalho de advogado, feito com o documento na mão.
Vocês calculam o mínimo existencial?
Não, e não seria honesto tentar. A conversa registra a renda declarada e o comprometimento declarado, sem conferir holerite nem extrato. O cálculo depende de documento e de enquadramento, e continua sendo seu.
Quanto custa o lead de superendividamento?
O preço é fechado por escrito antes de começar e muda por tese e por região. O valor da área sai na conversa, e o modelo completo está na página de preço.
O lead é exclusivo do meu escritório?
É. Cada lead entregue vai para um escritório e só para ele, sem repasse, revenda ou rodízio. A mecânica está descrita em um lead, um escritório.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e defina a faixa de renda e o comprometimento mínimo que fazem sentido para a sua régua.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Superendividamento é uma das teses atendidas. Ver como funciona a qualificação e as outras teses.