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AllService AI Estudos Anunciar no Google na eleição

Fonte pública · Google, TSE, Divulgacand, Planalto · ref. out/2026

A verba eleitoral não entra
no Google.
O seu anúncio
continua entrando.

Anunciar no Google na eleição de 2026 foi anunciar num leilão de busca com R$ 0 de verba eleitoral aceita, segundo nota do Google lida pela AllService AI no Poder360. A votação foi em 4 e 25 de outubro, e a política do Google Ads segue proibindo no Brasil o conteúdo político-eleitoral, sem data de fim no texto.

Publicado em 15 de setembro de 2026. Revisado em 27 de outubro de 2026.

Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em plano médio durante uma reunião na Comissão Europeia
Resumo executivo

O veto do Google, em quatro números.

O que entrou no leilão do feed, o que não podia entrar no leilão de busca, e por quanto tempo.

R$ 0de verba eleitoral aceita pelo Google desde 2024: candidato, partido e federação não puderam anunciar no YouTube, na Busca nem na rede de display em 2026 (Poder360, 31 de maio de 2026, com a nota do Google)
R$ 4,9 bide Fundo Especial de Financiamento de Campanha em 2026, distribuído a 30 partidos pelo TSE (LOA 2026)
47 diasde impulsionamento pago na internet no primeiro turno, de 16 de agosto a 1º de outubro; no segundo turno, de 5 a 22 de outubro, antes da votação de 25 de outubro (Resolução TSE 23.760/2026, segundo levantamento da AllService AI no calendário eleitoral do TSE)
3%de tudo que as campanhas gastaram em 2024 foi para o Facebook, quase R$ 200 milhões, o maior fornecedor daquela eleição

A propaganda eleitoral paga na internet existiu, é legal e, no segundo turno, circulou até 22 de outubro, quando a janela do impulsionamento se encerrou; a votação foi em 4 de outubro e, no segundo turno, em 25 de outubro. O que mudou desde 2024 é onde ela pôde ser comprada: o Google decidiu não vender, e manteve a decisão para 2026. A consequência para quem compra tráfego foi simples: a verba de campanha que virou impulsionamento só podia ir para as plataformas que aceitam, e não podia entrar na palavra-chave que o cliente digita. O estudo A eleição entrou no leilão mede quanto da verba de campanha entrou no leilão da Meta e faz a conta, com aumento hipotético de CPM, do que isso faz com o custo por lead; este estudo mostra o que a busca oferece a quem migra parte da campanha.

Fontes: Poder360, "Google veta impulsionamento eleitoral nas eleições de 2026", 31 de maio de 2026, com a nota da empresa; TSE, distribuição do FEFC 2026 (3 de junho de 2026) e calendário eleitoral (Resolução 23.760/2026); Divulgacand do TSE, compilado pelo Estadão em janeiro de 2025; Constituição Federal, artigos 28 e 77, lidos no Planalto em 24 de outubro de 2026 e relidos em 27 de outubro de 2026; Google Ads, política de conteúdo político, seção Brasil, lida em 27 de outubro de 2026. Contas refeitas por código.

O veto

O que o Google decidiu, e o que continua valendo.

A decisão é da empresa, não da lei. A lei libera; a plataforma escolhe se vende.

PontoO que valeu em 2026Fonte e data
Plataformas cobertas pelo vetoYouTube, Busca e rede de displayNenhuma podia aceitar anúncio eleitoralPoder360, 31 de maio de 2026
Quem não pode anunciarCandidato, partido e federaçãoPoder360, 31 de maio de 2026
Desde quandopolítica adotada nas municipais de 20242024, mantida em 2026 e depois da votaçãoPoder360, 31 de maio de 2026, com a nota do Google; política do Google Ads, 27 de outubro de 2026
Motivo declarado em 2024exigências das resoluções do TSEInsegurança jurídica para a operação de publicidade eleitoralPoder360, 31 de maio de 2026
Janela do impulsionamento pago na internetvotação em 4 e 25 de outubro16 de agosto a 1º de outubro; 5 a 22 de outubroResolução TSE 23.760/2026
Onde a verba eleitoral entrouPlataformas que aceitam, dentro das regras do TSE; em 2024, a maior foi o Facebook, da MetaDivulgacand/TSE, via Estadão, janeiro de 2025

O início da janela da tabela tem base em lei: a Lei 9.504/1997, artigo 57-A, permite a propaganda eleitoral na internet depois do dia 15 de agosto do ano da eleição, o que bateu com o início em 16 de agosto. O fim do impulsionamento pago, em 1º de outubro no primeiro turno e em 22 de outubro no segundo, e a retomada em 5 de outubro vieram do calendário da Resolução TSE 23.760/2026. A Constituição marca o primeiro turno para o primeiro domingo de outubro e o segundo, se houver, para o último domingo de outubro (artigo 77 para presidente e artigo 28 para governador): 4 e 25 de outubro em 2026. No dia da eleição, a propaganda de boca de urna, o uso de alto-falantes e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos na internet são crime (Lei 9.504/1997, artigo 39, § 5º, incisos I, II e IV).

Em 2024, o Google suspendeu a publicidade política no país depois das mudanças nas regras do TSE para a propaganda na internet, e afirmou que as exigências criavam insegurança jurídica para a operação. Para 2026, a empresa avaliou rever a posição e decidiu manter o veto porque as regras do TSE não mudaram, segundo o Poder360 de 31 de maio de 2026. O dinheiro que o Google recusa não some: ele vai para as plataformas que aceitam, e o maior destino em 2024 foi o Facebook. Em 2026, a parcial das prestações de contas ao TSE somava, em 2 de outubro, ao menos R$ 236 milhões pagos à Meta no primeiro turno, segundo levantamento da revista Veja. É o mesmo feed em que roda o anúncio de quem compra tráfego para o próprio negócio, e o estudo A eleição entrou no leilão faz a conta do que um CPM mais caro faz com o custo por lead.

Depois do segundo turno, a página da política de conteúdo político do Google Ads, lida em 27 de outubro de 2026, segue com a seção do Brasil: "No Brasil, o seguinte tipo de anúncio é proibido nas plataformas do Google", e a lista é a do conteúdo político-eleitoral da Resolução TSE 23.732/2024, "Anúncios promovendo eleições, partidos políticos, federações e coligações, cargos eletivos, propostas de governo, projetos de lei, exercício do direito ao voto e de outros direitos políticos ou matérias relacionadas ao processo eleitoral". O texto não traz data de fim nem período eleitoral. Na leitura desta página, o anúncio de serviço jurídico que não traz nenhum item dessa lista (eleições, partidos, federações e coligações, cargos eletivos, propostas de governo, projetos de lei, voto e outros direitos políticos, matéria relacionada ao processo eleitoral) fica fora dela, e o que segue proibido é o conteúdo político-eleitoral. A política não trata de advocacia em particular; o anúncio de advogado segue também o Provimento 205/2021 da OAB, com caráter informativo e sem promessa de resultado.

Fontes: Poder360, 31 de maio de 2026 (nota do Google: "Desde 2024, o Google Ads não permite a veiculação de anúncios políticos no país"); Congresso em Foco, 1º de junho de 2026; TSE, calendário eleitoral (Resolução 23.760/2026); Constituição Federal, artigos 28 e 77, e Lei 9.504/1997, artigos 57-A e 39, § 5º, lidos no Planalto em 24 de outubro de 2026; TRE-PR, nota de 5 de outubro de 2026 sobre a propaganda no segundo turno; Poder360, 2 de outubro de 2026, com o levantamento da revista Veja; Google Ads, política de conteúdo político, seção Brasil, lida em 27 de outubro de 2026, depois do segundo turno.

O leilão que sobra

Na busca, a pessoa diz o que quer antes de ver o anúncio.

O mecanismo tem dono, tem data e explica por que o lead de busca chega diferente.

Em 21 de fevereiro de 1998, na conferência TED, em Monterey, na Califórnia, Bill Gross apresentou o GoTo.com: um buscador em que o anunciante dava lances por uma palavra e só pagava quando alguém que tinha digitado aquela palavra clicava. A plateia vaiou. A analogia da própria empresa era a lista telefônica: quem abre a página de encanador já tem o cano furado. Em 2002 o Google adotou o leilão por clique no AdWords, e é esse modelo que sustenta a busca até hoje.

A diferença para o feed está no momento em que o anúncio aparece. No feed, o anúncio interrompe quem passa, e a plataforma decide a quem mostrar; na busca, o anúncio responde a quem perguntou, e a pessoa declarou a necessidade antes de ver qualquer marca. A palavra-chave é o primeiro filtro do lead, e ele acontece antes do clique. É por isso que o mesmo orçamento compra conversas diferentes nas duas plataformas, e por isso a verba eleitoral, que não busca serviço nenhum, pesa no feed enquanto circula, e não pesa na busca.

Mãos digitando num notebook ao lado de um monitor com uma página de busca desfocada
Imagem produzida para este estudo (fotografia gerada sob direção de arte)

Fontes: Slate, "Google’s big break: How Bill Gross’ GoTo.com inspired the AdWords business model", 14 de outubro de 2013; SearchEngines.net, "The Search Engine Wars", 2026 (data do TED8 e a analogia da lista telefônica).

O que a busca oferece

Quatro coisas que a busca ofereceu em setembro e outubro, e três que ela não dá.

Na ordem do que pesa mais para quem compra tráfego e recebe o lead no WhatsApp.

O que a busca oferecePor que pesou neste período
Leilão sem candidatoBusca, YouTube e displayA verba de campanha não podia entrar no lance, por decisão do próprio Google, do início ao fim do impulsionamento pago
Intenção declaradaa palavra-chave é o primeiro filtroQuem digitou o serviço já disse o que precisa; a conversa começa um degrau à frente
Palavra negativao que você não compraCurioso, concurso, grátis e vaga de emprego saem da conta antes de custar um clique
Vídeo sob o mesmo vetoYouTubeO remarketing em vídeo não disputava com anúncio eleitoral, vetado no YouTube, no mesmo período em que a verba de campanha entrou no feed

1. A busca não cria demanda. Ela atende a demanda que já existe: se poucas pessoas digitam o serviço, o volume de leads tem teto, e nenhum orçamento muda isso.

2. Leilão é leilão em qualquer plataforma. Se a concorrência migrar junto, o lance da palavra sobe. A busca abriga da verba eleitoral, não da concorrência.

3. O clique de busca continua sendo um clique. Ele chega com intenção, mas ainda precisa virar conversa, e a conversa ainda precisa passar pelo critério do caso. Sem triagem, a qualidade da palavra não chega ao contrato.

Este estudo não afirma se o custo por clique de busca subiu no período, nem quanto: nenhuma medição pública foi lida, e a página não publica número de custo de mídia. As quatro linhas da tabela são mecanismo, não resultado.

A migração

Como levar a campanha da Meta para o Google sem perder o critério.

Cinco passos, na ordem, e o que não muda em nenhum deles.

1. Mapear as palavras que nomeiam o serviço. O que o cliente digita quando já decidiu procurar, e a lista negativa do que parece o serviço e não é.

2. Mover a verba em parcelas. Uma parte por semana, mantendo na Meta o que já qualifica por conversa, porque a busca tem teto de volume e o feed não.

3. Fazer o clique cair no WhatsApp com a mesma conversa. A qualificação pergunta o critério do caso, seja o clique de busca ou de feed: recorte, prazo, o que a pessoa tem em mãos.

4. Medir pelo lead que cumpre o critério, não pelo clique. Custo por clique e custo por lead bruto enganam nas duas plataformas em ano de eleição; o que fecha a conta é o lead que chega dentro do combinado.

5. Escrever o critério antes de a campanha rodar. O que qualifica, o que não qualifica e o que chega pronto para o atendimento, no contrato, para valer igual em qualquer plataforma.

Na AllService o critério é o mesmo em qualquer plataforma: tráfego, IA e CRM operam em conjunto e em sincronia, a conversa no WhatsApp qualifica pelo que foi combinado por escrito, e o lead que chega no painel cumpre esse critério, tenha clicado no feed ou na busca. O preço é personalizado, montado com o cliente e fechado por escrito antes de começar. A eleição muda onde a verba de campanha entra. Não muda o que chega pronto.

Dono de clínica de costas no balcão da recepção, lendo uma conversa desfocada no celular
Imagem produzida para este estudo (fotografia gerada sob direção de arte)
Perguntas frequentes

Google e eleição, em perguntas.

O que quem compra tráfego pergunta depois do segundo turno, com a resposta na data.

Depois do segundo turno, já posso voltar a anunciar no Google?

O anúncio de serviço do escritório não dependia do fim da eleição: na leitura desta página, a partir da lista da própria política, o veto do Google cobre o conteúdo político-eleitoral, e o anúncio de serviço que não traz esse conteúdo fica fora dele. Na política do Google Ads lida em 27 de outubro de 2026, depois do segundo turno de 25 de outubro, o Brasil segue com a proibição do conteúdo político-eleitoral definido na Resolução TSE 23.732/2024 (anúncios que promovem eleições, partidos, federações e coligações, cargos eletivos, propostas de governo, projetos de lei, o exercício do voto e de outros direitos políticos ou matérias relacionadas ao processo eleitoral), sem data de fim no texto. O anúncio de serviço jurídico segue as demais políticas do Google Ads e o Provimento 205/2021 da OAB.

O Google aceitou anúncio de candidato nas eleições de 2026?

Não. Segundo o Poder360, em 31 de maio de 2026, o Google manteve para 2026 a política adotada em 2024: candidato, partido e federação não puderam anunciar no YouTube, na Busca nem na rede de display; a nota da empresa diz que, desde 2024, o Google Ads não permite anúncios políticos no país.

Quando terminou o impulsionamento pago das campanhas em 2026?

No primeiro turno, o impulsionamento pago na internet foi de 16 de agosto a 1º de outubro; no segundo turno, de 5 a 22 de outubro, pelo calendário da Resolução TSE 23.760/2026. A votação foi em 4 de outubro e, no segundo turno, em 25 de outubro, datas que a Constituição fixa no primeiro e no último domingo de outubro (artigos 28 e 77).

Para onde foi a verba eleitoral que o Google recusou?

Para as plataformas que aceitam o impulsionamento, dentro das regras do TSE. Em 2024, o Facebook recebeu 3% de tudo que as campanhas gastaram, quase R$ 200 milhões, segundo o Divulgacand do TSE compilado pelo Estadão. Em 2026, a parcial das prestações de contas somava, em 2 de outubro, ao menos R$ 236 milhões pagos à Meta no primeiro turno, segundo levantamento da revista Veja reproduzido pelo Poder360, com as contas ainda abertas.

O custo por clique no Google subiu durante a eleição?

Este estudo não mede: nenhuma medição pública do custo por clique de busca no período foi lida, e a AllService AI não publica custo de mídia. O que a página descreve é mecanismo: a verba de campanha não podia entrar no leilão de busca, e, se a concorrência migrar para a busca, o lance da palavra pode subir.

Como levar parte da campanha da Meta para o Google?

Em parcelas e sem trocar o critério: mapear as palavras que nomeiam o serviço e a lista negativa, mover a verba aos poucos mantendo na Meta o que já qualifica, fazer o clique cair no WhatsApp com a mesma conversa, medir pelo lead que cumpre o critério e escrever esse critério antes de a campanha rodar. A busca atende a demanda que já existe e tem teto de volume.

Limitações

O que este estudo não prova.

O veto é decisão da empresa e pode mudar. A decisão para 2026, noticiada pelo Poder360 em 31 de maio de 2026 com a nota do Google, valeu para a eleição de 2026, e a política do Google Ads lida em 27 de outubro de 2026 segue com a proibição para o Brasil, sem data de fim no texto; a página registra o que a empresa declarou e publicou, não uma regra permanente.

A política do Google não fala de advocacia. A seção do Brasil lista o conteúdo político-eleitoral proibido e não trata de anúncio de serviço jurídico, nem diz se a proibição muda entre uma eleição e outra; a leitura de que o anúncio de serviço sem conteúdo político-eleitoral fica fora do veto é desta página, a partir da lista da própria política. A página do Google diz que a versão em inglês é a oficial; esta página leu a versão em português.

Não medimos o custo por clique de busca. O estudo não afirma se o CPC subiu no período, nem quanto, nem compara o custo entre as plataformas: nenhuma medição pública foi lida, e a casa não publica custo de mídia.

A parcela de 3% é de uma eleição municipal. Em 2024 o Google já não aceitava anúncio eleitoral, o que aproxima o cenário de 2026, mas eleição geral concentra a verba em menos candidaturas. A parcial de 2026 vem de prestações de contas ainda abertas em 2 de outubro e não é o número fechado.

A busca depende do volume que já existe. Serviço pouco procurado não ganha volume por migrar; o estudo descreve o mecanismo, não promete resultado.

Parte dos números vem de compilação de imprensa sobre dado oficial. A nota do Google foi lida em reportagens que a reproduzem; a parcela do Facebook em 2024 vem do Divulgacand do TSE via Estadão.

O registro desta página vai até 27 de outubro de 2026. A página registra o calendário eleitoral e as datas das votações de 4 e 25 de outubro, que vêm da Constituição; não afirma nada sobre o resultado da votação nem sobre as prestações de contas finais, que não foram lidas.

A alternativa descrita é a nossa. O estudo é da AllService e diz o que a AllService faz.

Fontes

Tudo citado, tudo conferível.

Poder360, "Google veta impulsionamento eleitoral nas eleições de 2026" (31 de maio de 2026, com a nota da empresa); Congresso em Foco, "Google veta anúncios eleitorais pagos nas eleições de 2026" (1º de junho de 2026); TSE, distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para as Eleições 2026 (3 de junho de 2026); TSE, calendário da propaganda eleitoral e do impulsionamento pago (Resolução 23.760/2026); Estadão, via InfoMoney, sobre o Divulgacand do TSE (22 de janeiro de 2025); Slate, sobre o GoTo.com e a origem do leilão por clique (14 de outubro de 2013); SearchEngines.net, "The Search Engine Wars" (2026). Revisão de 7 de outubro de 2026: TRE-PR, retomada da propaganda no segundo turno (5 de outubro de 2026) e Poder360, "Meta já recebeu R$ 236 milhões por anúncios eleitorais em 2026" (2 de outubro de 2026). Revisão de 24 de outubro de 2026: Constituição Federal, artigos 28 e 77 (data do segundo turno, se houver: último domingo de outubro) e Lei 9.504/1997, artigo 57-A e artigo 39, § 5º (propaganda na internet permitida depois de 15 de agosto do ano da eleição; crimes no dia da eleição, entre eles o impulsionamento de conteúdos na internet), lidos em 24 de outubro de 2026 no Planalto. Revisão de 27 de outubro de 2026: Google Ads, política de conteúdo político (seção Brasil, versão em português, lida em 27 de outubro de 2026), com a releitura da Constituição Federal, artigos 28 e 77, no Planalto, e da nota do Google no Poder360, na mesma data. Estudo AllService relacionado: A eleição entrou no leilão.

Foto do topo: Sundar Pichai por Lukasz Kobus, Comissão Europeia, licença CC BY 4.0, via Wikimedia Commons, recortada e com tratamento de cor. As demais imagens foram produzidas para este estudo.

Próximo passo

O critério do seu lead não depende da plataforma.

Trinta minutos para abrir a conta do seu custo por lead de setembro e outubro, ver o que faz sentido levar da Meta para a busca e como a conversa qualificada chega no seu WhatsApp com o critério fechado por escrito.

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