Leads para advogados Hora extra
Leads de hora extra, com o caso já triado.
A tese trabalhista de maior volume, e a que mais chega como desabafo. O que decide é o vínculo registrado, a saída da empresa e a hora além do combinado que não foi paga nem compensada, e é isso que a conversa confirma antes de qualquer entrega.
Saiu de uma transportadora em maio de 2026, demitido sem justa causa, depois de dois anos e meio registrado como ajudante de carga. Entrava às 7h e saía perto das 19h quase todo dia, com uma hora de almoço que raramente acontecia inteira. Diz que o ponto era batido no horário combinado e que nunca recebeu hora extra nem folga por isso. Guardou o holerite e a rescisão.
O assunto mais julgado da Justiça do Trabalho.
Hora extra lidera o ranking do TST, e quase todo relato chega vago: "ficava até mais tarde". É aí que a triagem separa caso de desabafo.
No ranking de assuntos do Tribunal Superior do Trabalho, hora extra foi o tema mais recorrente dos processos julgados em 2024: 70.508 ações, 19,7% a mais que em 2023, com o intervalo de refeição em segundo lugar, com 48.283. No primeiro semestre de 2025, mais de 336 mil novos processos em todo o país traziam o assunto. É a maior porta do trabalhista, e a mais barata de anunciar, porque a frase que traz o lead é a mesma que ele diria a um amigo: "trabalhei muito além do horário e não recebi".
O volume é também o problema. A mesma frase chega de quem ainda está na empresa, de quem saiu há muitos anos, de quem trabalhava sem registro e de quem recebia as horas no holerite sem saber. Formulário não separa nada disso; a conversa separa em três perguntas, e é por isso que o filtro paga o próprio custo nesta tese.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem começa pelo que derruba mais rápido, para não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Se a pessoa já saiu da empresa, quando, como saiu, e se era registrada. Quem ainda está lá não é caso deste funil.
De quando até quando durou o vínculo registrado. É o dado que mais vem impreciso, e a conversa pergunta de novo quando falta.
Quanto a mais por dia, com que frequência, e o que acontecia com essas horas: pagas, compensadas, ou nada. Intervalo de refeição suprimido entra pela mesma porta.
Cai no seu painel com a história, o que a pessoa tem em mãos e o contato.
Seis motivos para um caso parecer bom e não ser.
Cada um desses já derrubou lead que passaria em qualquer formulário. Todos são perguntados na conversa.
"Trabalho numa loja, eles não pagam hora extra." O presente é hábito de fala sobre emprego que acabou, ou não. A conversa confirma a saída antes de qualquer decisão, e nunca desqualifica por tempo verbal.
A data da saída decide se o caso ainda pode ser cobrado. Saída antiga com data clara não é entregue; data imprecisa perto do limite entra com flag, para o advogado apurar.
Sem registro, a tese é outra. Sinal de vínculo formal (FGTS, seguro-desemprego, rescisão, holerite) qualifica com flag; perfil informal sem nenhum sinal segue o parâmetro do escritório.
Se as horas eram pagas ou compensadas por inteiro, não há o que cobrar. Na dúvida sobre o critério, o caso vai com flag: quem apura é o advogado.
Assunto trabalhista sem hora extra não é escopo deste funil por padrão; é parâmetro. A conversa percorre o roteiro e decide, sem descartar por atalho.
Processo em curso, ou já encerrado, sobre esse mesmo vínculo. Sem essa pergunta, o seu time descobre na ligação.
O recorte, em duas colunas.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a AllService faz é não te mandar o que já dá para descartar por telefone.
Demitido, pediu demissão, saiu por acordo ou por fim de contrato: a forma da saída viaja no resumo. Empregado de carteira assinada em prefeitura ou empresa pública entra com flag.
Quem continua no emprego não é caso deste funil. Concursado e estatutário também não.
Meia hora por dia já é hora extra. Intervalo de refeição que não era dado, ou era bem menor que o combinado, de forma habitual, entra pela mesma porta.
Rescisão não paga, FGTS não depositado, domingo sem dobra, sem hora extra na semana: outra tese, e parâmetro do fluxo.
Tempo mínimo de casa, prazo desde a saída, trabalho sem registro, celetista de órgão público e outras verbas são parâmetros do fluxo: se o seu escritório atende, a conversa passa a aceitar; se não atende, ela filtra antes de chegar em você. É isso que a AllService alinha quando aponta o fluxo para o seu escritório.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito para ser lido antes da ligação.
Rosângela trabalhou registrada como operadora de caixa num supermercado de agosto de 2023 a fevereiro de 2026, quando pediu demissão. O horário na carteira era das 14h às 22h20, mas o fechamento do caixa e a conferência a seguravam até perto das 23h30 quase todos os dias, e o intervalo de uma hora costumava ser de vinte minutos. Diz que o ponto era eletrônico e batia no horário combinado por orientação do gerente. Guardou os holerites e tem duas colegas que viveram a mesma rotina. Nunca procurou advogado por isso.
Repare no que o resumo não faz: não promete resultado, não calcula valor e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Horário, tempo a mais e o que acontecia com as horas aparecem como declarados. A conferência de cartão de ponto, holerite e prescrição continua sendo trabalho de advogado, e é por isso que o resumo entrega os fatos crus em vez de um parecer.
Sobre leads de hora extra.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Vocês entregam quem ainda está na empresa?
Não. A saída da empresa é a primeira coisa que a conversa confirma, sem decidir por tempo verbal. Quem continua no emprego recebe uma dispensa cordial, sem que o critério seja revelado.
E quem pediu demissão ou saiu por acordo?
Entra. A forma da saída viaja no resumo, para o advogado ler antes de ligar. Assinar rescisão, homologação ou "papel dizendo que estava tudo certo" não desqualifica.
Trabalho sem carteira assinada entra?
Por padrão, não: é outra tese. Sinal forte de vínculo formal, como FGTS, seguro-desemprego, rescisão ou holerite, qualifica com flag. Aceitar o perfil informal é parâmetro do escritório.
Banco de horas conta como hora extra?
Se o banco fechava e as horas eram compensadas por inteiro, não há hora devida. Quando a pessoa não sabe dizer, o caso vai com flag: apurar é do advogado.
Intervalo de almoço que não era dado conta?
Conta, quando era habitual: intervalo suprimido ou bem menor que o combinado entra pela mesma porta da hora extra, e o resumo cita os dois.
Quanto tempo depois de sair ainda dá?
A data da saída é perguntada e decide. Saída antiga não é entregue; o prazo exato é parâmetro alinhado com o escritório, e data imprecisa perto do limite entra com flag.
Como funciona o preço?
O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar. Como ele é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.
Trinta minutos para apresentarmos a plataforma.
Veja como funciona o recebimento dos leads já qualificados, alinhe a quantidade que a sua equipe consegue absorver por mês e confirme se a hora extra é a tese certa para começar.
Operação completa com tráfego, IA e CRM.
Essa é a primeira tese trabalhista que roda. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda o que é um lead qualificado, o script de atendimento que a conversa segue e como funciona o preço.