Leads para advogados Estabilidade da gestante
Gestante demitida, com o caso já triado.
Estabilidade da gestante é a garantia de emprego que vai da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (ADCT, art. 10, II, b). O que decide é o desligamento, quando ele aconteceu e o registro em carteira, e é isso que a conversa confirma antes de qualquer entrega.
Foi desligada sem justa causa em julho de 2026 de uma loja de roupas, onde trabalhava registrada como vendedora desde fevereiro. Soube da gravidez duas semanas depois da saída e diz que o exame indica gestação anterior ao desligamento. Recebeu o acerto. Tem a carteira, o termo de rescisão e o exame.
A proteção vale mesmo quando a empresa não sabia.
É a regra que mais surpreende quem chega, e a que mais transforma desabafo em caso.
A Constituição veda a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (ADCT, art. 10, II, b). O Supremo fixou, no Tema 497 de repercussão geral, que a estabilidade só exige que a gravidez seja anterior à dispensa, e a Súmula 244 do TST diz que o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito. A CLT estende a proteção à gravidez confirmada durante o aviso prévio, trabalhado ou indenizado (art. 391-A).
Por isso o lead desta tese chega tarde e chega confuso: muita gente descobre a gravidez depois de sair, assina o acerto achando que acabou, ou pediu demissão sem saber. A mesma frase vem também de quem continua na empresa com medo de ser demitida, de quem trabalhava sem registro e de quem saiu há anos. A conversa separa isso sem explicar o direito à pessoa, que é trabalho do advogado.
Fontes: Constituição, ADCT, art. 10, II, b; CLT, art. 391-A; STF, Tema 497 de repercussão geral; TST, Súmula 244.
Três coisas, nessa ordem, antes de qualquer entrega.
A ordem começa pelo que derruba mais rápido, para não gastar conversa com quem nunca ia virar caso.
Se a saída já aconteceu, e de que forma: sem justa causa, fim de contrato, acordo, justa causa ou pedido de demissão. Quem continua na empresa não é caso deste funil.
Se a gravidez começou antes da saída, ou se a saída veio até cinco meses depois do parto, e há quanto tempo foi. As duas datas vão no resumo quando diferem.
Se o vínculo era de carteira assinada. Sinal de vínculo formal qualifica com flag, e o tempo de casa não decide nada.
Cai no seu painel com a história, o que a pessoa tem em mãos e o contato.
Seis motivos para um caso parecer bom e não ser.
Cada um desses derrubaria um lead que passaria em qualquer formulário, e cada um tem regra própria na conversa.
Medo de ser demitida, ameaça e clima ruim não são desligamento. Quem continua empregada recebe um convite cordial para voltar se o cenário mudar.
O que posiciona o caso é quando a gravidez começou, não quando foi descoberta. A conversa registra as duas datas e não descarta por isso.
A forma da saída não é filtro por padrão: viaja como flag no resumo, para o advogado ler antes de ligar.
A data da saída decide se o caso ainda pode ser cobrado. O prazo é parâmetro do fluxo, e a data declarada vai no resumo.
Sem registro, a tese muda. Sinal de vínculo formal, como holerite, desconto de INSS ou termo de rescisão, qualifica com flag; perfil informal segue o parâmetro do escritório.
Quando a pessoa conta que já tem advogado ou processo sobre esse emprego, a conversa encerra ali. A confirmação final continua sendo da primeira ligação do escritório.
O recorte, em duas colunas.
O enquadramento fino continua sendo seu. O que a AllService faz é não mandar para você o que já se descarta por telefone.
Sem justa causa, fim de contrato de experiência ou temporário, acordo, justa causa ou pedido de demissão, cada forma com a sua flag. Um mês de empresa entra igual a cinco anos.
Quem continua na empresa não é caso deste funil, por mais difícil que esteja a situação lá dentro. Concursada e estatutária também não entram.
Inclusive em prefeitura ou empresa pública, com flag. Acerto recebido e termo assinado não tiram o caso.
Sem saída, ou com saída antiga além do prazo do fluxo, a conversa encerra sem revelar o critério.
Prazo, trabalho sem registro e celetista de órgão público são parâmetros do fluxo: se o seu escritório atende, a conversa passa a aceitar; se não atende, ela filtra antes de chegar em você. O recorte é combinado por escrito antes de começar.
Um caso contado, não uma ficha preenchida.
Abre pela tese, crava o que a pessoa declarou e sinaliza o que ficou por confirmar. Escrito para ser lido antes da ligação.
Aline foi dispensada sem justa causa em junho de 2026 de uma rede de farmácias, onde trabalhava registrada como atendente desde setembro de 2024. Estava com dez semanas de gravidez na data da saída e tinha avisado a gerente por mensagem na semana anterior. Recebeu o acerto e assinou o termo de rescisão. Guardou a mensagem, o exame e a carteira. Não citou advogado nem processo sobre esse emprego.
Repare no que o resumo não faz: não explica o direito, não calcula indenização e não afirma nada que a pessoa não tenha dito. Datas, forma da saída e o que ela tem em mãos aparecem como declarados. A análise do caso, inclusive se já existe advogado ou processo sobre o emprego, continua sendo do escritório na primeira conversa.
Sobre leads de estabilidade da gestante.
Se ficar faltando alguma, é só perguntar na conversa.
Vocês entregam quem ainda está grávida e empregada?
Não. O desligamento é a primeira coisa que a conversa confirma. Quem continua na empresa recebe uma resposta cordial e um convite para voltar se o cenário mudar, sem que o critério seja revelado.
E quem descobriu a gravidez depois de sair?
Entra, quando a gravidez começou antes do fim do contrato. As duas datas, a da saída e a da descoberta, vão no resumo.
Contrato de experiência que acabou durante a gravidez entra?
Entra com flag. O enquadramento do contrato por prazo determinado é do advogado, que lê a forma da saída no resumo antes de ligar.
Pedido de demissão e justa causa desqualificam?
Não por padrão. A forma da saída viaja como flag, e o resumo registra se a pessoa relata pressão para pedir demissão.
A conversa explica os direitos da gestante?
Não. A triagem não fala de estabilidade, prazo, reintegração, indenização nem chance de ganho. Quem explica é o advogado, depois que o caso chega ao escritório.
O que é um lead entregue?
É o contato de quem conversou com a triagem pelo WhatsApp, com o resumo do que a pessoa informou. A entrega não depende de resposta posterior, e a análise jurídica do caso é do escritório.
A empresa precisa saber da gravidez para a estabilidade valer?
Não. O STF fixou no Tema 497 de repercussão geral que a estabilidade só exige que a gravidez seja anterior à dispensa, e a Súmula 244 do TST diz que o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito à indenização.
Até quando vai a estabilidade da gestante?
Da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (ADCT, art. 10, II, b). A gravidez confirmada durante o aviso prévio, trabalhado ou indenizado, também garante a estabilidade (CLT, art. 391-A).
Como funciona o preço?
O preço é personalizado: a solução é montada com o escritório, com tráfego, IA e CRM em conjunto, e fechada por escrito antes de começar. Como ele é montado, e o que está incluído, está em quanto custa um lead qualificado.
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É a tese trabalhista da gestante desligada. Para quem ainda está no emprego e quer sair, a tese é rescisão indireta, e para hora não paga depois da saída, hora extra. Ver como funciona a qualificação e as outras teses atendidas. Veja ainda o que é um lead qualificado, o script de atendimento que a conversa segue e como funciona o preço.